10 PERGUNTAS SOBRE COLOSSENSES 2:16

& Analisando Temas Bíblicos &

Colossenses 2:16
16 Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova,
ou de sábados,

1 - Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16), com que autoridade Paulo se põe a alterar a lei divina que Jesus diz não ter vindo para abolir, e sim para cumprir (Mat. 5:17-19), sendo que em todo o Sermão da Montanha Ele jamais indicou que: a) veio para abolir a lei; b) veio para alterar a lei?

Mat. 5:17-19
17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.
19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.

2 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16) o que Paulo deixou no lugar, já que indicaria o fim do princípio de um dia de repouso estabelecido por Deus desde o Éden, e nada indica sobre o que ficou no lugar?

Obs.: Os que levantam esse sofisma são bons na obra de destruir, mas nada constroem de melhor para substituir a coisa “eliminada”. É sempre mais fácil destruir do que construir.

3 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16), como João desconhecia tal fato, já que indica que dedicava um dia ao Senhor  (Apo. 1:10)?

Apo. 1:10
10 “Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,”

Obs.: Certamente ele não se refere ao domingo, pois ao tratar do episódio da Ressurreição não indica nenhum título especial ao dia, chamando-o simplesmente “o primeiro dia da semana,” ou mía ton sabbaton [o primeiro com respeito ao sábado, segundo o original grego, refletindo a contagem judaica] (ver João 20:1,19).

João 20:1,19
 1 No primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra fora removida do sepulcro.
19 Chegada, pois, a tarde, naquele dia, o primeiro da semana, e estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco.”

4 - Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16) por que  não foi indicado como uma das coisas de que os cristãos deviam abster-se nas recomendações do Concílio de Jerusalém, caso fosse uma das coisas agitadas pelos judaizantes, como alguns erroneamente alegam (ver Atos 15:20, 29)?

Atos 15:20, 29
20  “mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.
29 Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição; e destas coisas fareis bem de vos guardar. Bem vos vá.”

Obs.: Não adianta querer citar o pretexto do vs. 5 que fala em “lei de Moisés”, porque esta não trazia só o preceito do sábado, mas igualmente o “não matarás”, “não furtarás”, “não adulterarás”, etc.

5 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16) por que isso não é confirmado ao Paulo falar de como o conteúdo TODO das frias tábuas de pedra se transfere para os corações aquecidos pela graça divina dos que aceitam os termos do Novo Concerto (cf. 2 Cor. 3:2, 3, 6 e 7)?

 2 Cor. 3:2, 3, 6 e 7
2 “Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens,
3 sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração.
6 o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
7 Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo,”

Obs.: Se ele quisesse excluir o sábado, sua linguagem no vs. 3 seria algo como: “. . . não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações, excluído o mandamento do sábado. . . Para fazer pleno sentido de sua ilustração, já que está se valendo de uma alegoria com base na própria alegoria veterotestamentária de Eze. 36:26 e 27, ele teria que deixar implícito que abrangia todo o conteúdo das “tábuas de pedra”.

Eze. 36:26 e 27
26  “Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.
27 Ainda porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis.”

6 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16) por que o autor de Hebreus dá ao sábado tratamento muito especial nos capítulos 3 e 4, em lugar de tratar do sábado nos capítulos 7 a 10, dedicados à discussão do cerimonialismo judaico na epístola?

Obs.: Longe de dizer que o sábado foi abolido por ser cerimonial, o autor de Hebreus diz que “resta um repouso sabático para o povo de Deus” (Heb. 4:9—cf. rodapé). Também houve os que em Israel realmente entraram no “repouso” espiritual, embora a nação como um todo haja falhado (como os heróis de Heb. 11) e nem por isso deixaram de observar o sábado (ver, por exemplo, Salmo 40:8—a experiência de Davi que devia ter sido a de todo o povo).

Heb. 4:9
9  “Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus.”

Salmo 40:8
8 “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração”

7 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16), por que importantes autoridade cristãs em Teologia interpretam tais passagens de modo a não indicar isto, como os batistas Jamieson, Fausset & Brown, o metodista Adam Clarke e os presbiterianos Albert Barnes e Charles Hodge?

Obs.: Eis trechos de seus escritos:

Da obra Comentario Exegético y Explicativo de la Biblia, (em espanhol) Tomo 2, pág. 520, de autoria de Roberto Jamieson, A R. Fausset e David Brown, comentando Colossenses 2:16:

“‘SÁBADOS’ do dia da expiação e da festa dos tabernáculos chegaram a seu fim com os serviços judaicos aos quais pertenciam

(Levítico 23:32, 37-39).
32 Sábado de descanso vos será, e afligireis as vossas almas; desde a tardinha do dia nono do mês até a outra tarde, guardareis o vosso sábado.
37 Estas são as festas fixas do Senhor, que proclamareis como santas convocações, para oferecer-se ao Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de cereais, sacrifícios e ofertas de libação, cada qual em seu dia próprio;
38 além dos sábados do Senhor, e além dos vossos dons, e além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias que derdes ao Senhor.
39 Desde o dia quinze do sétimo mês, quando tiverdes colhido os frutos da terra, celebrareis a festa do Senhor por sete dias; no primeiro dia haverá descanso solene, e no oitavo dia haverá descanso solene.

O sábado semanal se apóia em uma base mais permanente, havendo sido instituído no Éden para comemorar a terminação da criação em seis dias. Levítico 23:38 expressamente distingue entre ‘o sábado de Jeová’ e outros sábados.” (grifos nossos)
E temos mais um pesquisador insuspeito, por ser observador do domingo, que esclarece:

“Apela-se a passagens tais como Colossenses 2:16: ‘Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”. E Romanos 14:5: ‘Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente’. Cada um de nós, contudo, sabe que as igrejas apostólicas viviam grandemente atribuladas pelos judaizantes, os quais insistiam em que a lei mosaica continuava em vigor, e que os cristãos eram obrigados a conformar-se às suas prescrições a respeito da distinção entre alimentos limpos e impuros, bem como a seus numerosos dias de festa, nos quais todo trabalho tinha de ser interrompido. Esses eram os falsos mestres e essa era a falsa doutrina contra a qual muitas das epístolas de Paulo se dirigiam. É uma referência evidente a tais homens e suas doutrinas que passagens como as citadas acima foram escritas. Elas não fazem nenhuma referência ao sábado semanal, o qual fora observado desde a criação, e o qual os próprios Apóstolos introduziram e perpetuaram na Igreja Cristã.”Teologia Sistemática, Charles Hodge, pág. 1269

O Dr. Albert Barnes, conhecida autoridades presbiteriana, assim se expressou sobre o texto de Colossenses 2:16:

“‘Ou dos sábados’. A palavra ‘sábado’, no Velho Testamento, é aplicada não somente ao sétimo dia, mas a todos os outros dias de repouso sagrado que eram observados pelos hebreus, e particularmente ao começo e encerramento de suas grandes festividades. Há, certamente, referência a esses dias nesse lugar, visto que a palavra é usada no plural e o apóstolo não se refere particularmente ao assim chamado sábado, propriamente.
“Não há nada que indique tivesse ele ensinado não haver nenhuma obrigação de observar qualquer dia santificado, pois não há a menor razão para crer que ele tencionasse ensinar que um dos Dez Mandamentos tivesse deixado de ser obrigatório para a humanidade. . . .

“De nenhuma parte da lei moral — pode-se dizer ser ‘uma sombra das coisas futuras.’ Estes mandamentos são, em virtude da natureza da lei moral, de perpétua e universal obrigatoriedade”.—Notes on Colossians, edição de 1850, págs. 306 e 307.
Adam Clarke, famoso comentarista bíblico metodista declara:

“‘Ninguém vos julgue pelo comer ou beber’ . . . O apóstolo aqui se refere a algumas particularidades do escrito de ordenanças, que foram abolidas, a saber, a distinção de carnes e bebidas . . . e a necessidade da observância de certos feriados e festivais, tais como as Luas novas e sábados particulares ou aqueles que deviam ser observados com incomum solenidade; todos eles foram abolidos e cravados na cruz, e não mais eram de obrigação”. (Clarke’s Commentary).

Para maior clareza sobre o que ele pensava do sábado, que tal recorrer ao seu comentário noutro ponto? Vejamos como comentou a lei dos Dez Mandamentos em Êxodo 20: “É digno de nota que nenhum destes mandamentos, OU PARTE DELES, pode . . . ser considerado cerimonial. Todos são morais e, conseqüentemente, de eterna obrigação”. (Clarke’s Commentary, Vol. 1, (sobre Êxo. 20).

O autor English E. Schuyler em Studies in the Epistle to the Colossians até diz:

“Note-se que Paulo não declara: 'Que nenhum homem observe qualquer restrição'—em absoluto. Ele diz: 'Ninguém vos julgue. . .' O que ele está ensinando é que ritual e cerimônia não têm qualquer parte em nossa salvação, está tudo em Cristo. Temos liberdade no Senhor, mas essa liberdade somente nos torna mais cuidadosos a fim de não levarmos um irmão mais fraco a tropeçar. Não deve haver temor de que sob essa nova provisão haverá um padrão inferior de santidade—não, pois aquele que deseja revelar a Cristo em sua vida levará uma existência de maior santidade e aceitação do que o que está se empenhado em apegar-se a ritual  e  cerimônia. . . . Resta a cada um julgar se está caminhando em obediência à lei da liberdade em Cristo, submetendo-se inteiramente Àquele a Quem pertence (pág. 80)”.

Schuyler mais adiante declara que os cristãos primitivos observavam o sábado juntamente com os judeus, até mais tarde se desvincularem das influências (e presença) judaica para adotar o domingo em homenagem à Ressurreição.

8 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16), por que importantes documentos cristãos, como as confissões de fé de batistas, presbiterianos, metodistas tratam do princípio do dia de repouso como mandamento MORAL e originário do Éden?

Obs.: Eis o que consta de algumas das confissões de fé mais representativas da cristandade protestante:

VII. Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção do tempo seja destinada ao culto de Deus, assim também em sua palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito que obriga a todos os homens em todos os séculos, Deus designou particularmente um dia em sete para ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão. –  (Do culto religioso e do domingo, CAP XXI – Confissão de fé de Westminster)

Pergunta 116. Que se exige no quarto mandamento?

R: No quarto mandamento exige-se que todos os homens santifiquem ou guardem santos para Deus todos os tempos estabelecidos, que Deus designou em sua Palavra, expressamente um dia inteiro em cada sete; que era o sétimo desde o princípio do mundo até à ressurreição de Cristo, e o primeiro dia da semana desde então, e há de assim continuar até ao fim do mundo; o qual é o sábado cristão, e que no Novo Testamento se chama Dia do Senhor. - Ref.: Is 56.2, 4, 6, 7; Gn 2.3; I Co 16.2; Jo 20.19-27; Ap 1.10 (Catecismo maior).

 Is 56.2, 4, 6, 7
2 “Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto: que se abstém de profanar o sábado, e guarda a sua mão de cometer o mal.
4 Pois assim diz o Senhor a respeito dos eunucos que guardam os meus sábados, e escolhem as coisas que me agradam, e abraçam o meu pacto:
6 E aos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto,
7 sim, a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.

Gn 2.3
3 “Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.

I Co 16.2
2 “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar.

Jo 20.19-27
19 “Chegada, pois, a tarde, naquele dia, o primeiro da semana, e estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco.
20 Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor.
21 Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.
22 E havendo dito isso, assoprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
23 Àqueles a quem perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, são-lhes retidos.
24 Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.
25 Diziam-lhe, pois, ou outros discípulos: Vimos o Senhor. Ele, porém, lhes respondeu: Se eu não vir o sinal dos cravos nas mãos, e não meter a mão no seu lado, de maneira nenhuma crerei.
26 Oito dias depois estavam os discípulos outra vez ali reunidos, e Tomé com eles. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: Paz seja convosco.
27 Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não mais sejas incrédulo, mas crente.

Apo 1:10
10 “Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,

Por instituição divina, é uma lei universal da natureza que uma proporção de tempo seja separada para a adoração a Deus. Por isso, em sua Palavra— através de um mandamento explícito, perpétuo e moral, válido para todos os homens, em todas as eras—Deus determinou que um dia em cada sete lhe seja santificado, como dia de descanso. Desde o começo do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia era o último da semana; e, desde a ressurreição de Cristo, foi mudado para o primeiro dia da semana, que é chamado "Dia do Senhor". A guarda desse dia como sábado cristão deve continuar até o fim do mundo, pois foi abolida a observância do último dia da semana. (Capítulo 22, Adoração religiosa e o dia do Senhor – Confissão de Fé Batista de 1689)

Obs.: O documento batista está certo quanto ao sábado dever ainda ser considerado um mandamento válido e vigente do Decálogo. Contudo, está ERRADO ao dizer que o domingo tomou o lugar do sábado, pois não há provas bíblicas disso (como a pergunta seguinte deixa claro).

9 -  Se o sábado é preceito cerimonial a ser mais tarde abolido (o que se refletiria em Colossenses 2:16) por que o autor de Hebreus, ao tratar da passagem do Velho para o Novo Concerto, não indica que, ao escrever o que é chamado de “Minhas leis” nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Concerto ( Hebreus 8, vs. 6 a 10) Ele

a – deixa de fora o 4o. mandamento da lei moral?

b – inclui o 4o. mandamento, mas altera o dia de observância do sábado para o domingo?

OU

c – deixa a questão do dia de repouso como uma prática vaga, voluntária e variável,  podendo ser reinterpretada como um dia qualquer que mais convenha ao crente, ou a seu empregador?

Heb 8:6 a 10
.6 a 10
6 “Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas.
7 Pois, se aquele primeiro fora sem defeito, nunca se teria buscado lugar para o segundo.
8 Porque repreendendo-os, diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto.
9 Não segundo o pacto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois não permaneceram naquele meu pacto, e eu para eles não atentei, diz o Senhor.
10 Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo;

10 -  Por que preferem negar aquilo que Cristo estabeleceu para o benefício físico e espiritual do homem e para servir como “memorial da Criação” preferindo os sofismas de gente incompetente que nega o que autores de muito mais gabarito intelectual e espiritual do passado e do presente, como Wesley, Calvino, Billy Graham, James Kennedy, Amaral Fanini, Harold Brokke, Dinelcir Lima, ensinam?

Obs.: É evidente que toda essa discriminação contra o mandamento do sábado só tem uma razão—a preferência em transportar uma cruz de Isopor, mais leviana e fácil de carregar, e de trilhar um caminho mais largo e espaçoso. É muito mais fácil remar no rumo da correnteza e nem todos querem saber de coisas que constituam sacrifício ao seu comodismo. . .
Prof. Azenilto G. Brito
 
 

 

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