10 PONTOS PARA REFLEXÃO SOBRE A NATUREZA E DESTINO HUMANOS

& Analisando Temas Bíblicos &

Prof. Azenilto Brito


 1o. -  No relato da Criação de Gênesis 1 e 2 nada é dito de Deus ter formado dentro do homem uma “alma” ou “espírito” imortal. O que encontramos é a informação de que Deus soprou no homem o fôlego de vida, que é o termo hebraico nephesh, muitas vezes traduzido como “espírito”. Destarte, a informação bíblica é de que o homem se tornou uma “alma vivente”. Assim, ele É uma alma vivente, e não possui uma alma imortal.

 2o. - As Escrituras mesmas ensinam a condição de total inconsciência dos que jazem no pó da terra, e fazem a comparação entre os seres humanos e os animais, que na morte seriam iguais, segundos palavras do sábio Salomão: Eclesiastes 3:19-21; 9:5 e 6; (Ver também o Salmo 146:3 e 4).

 3o. - Embora na morte homens e animais se comparem, há a promessa de que “vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão, os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição do juízo” (João 5:28 e 29). Todos ressuscitarão, pois, vindos do túmulo (não do céu, inferno ou purgatório) para comparecer perante o divino tribunal.

 4o. - Os que admitem a imortalidade da alma passam por alto geralmente o aspecto cristocêntrico do ensino da imortalidade condicional. Pois se o dom da imortalidade será concedido a alguns, é porque estes atenderam ao chamado do evangelho de Cristo. Foram atraídos pela mensagem da cruz, onde Cristo morreu para pagar o preço de seus pecados. Mas ao terceiro dia ressuscitou para ser o penhor de quantos hão de ressurgir para a vida eterna. Em Cristo, pois, concentram-se nossas esperanças quanto à posse da vida eterna. 1 Coríntios 15:16-18; João 11:11-14. “Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (I João 5:12).

 5o. - Do ponto de vista da lógica, o pensamento bíblico parecerá muito mais coerente. De que valeria uma ressurreição final para atribuição de salvação e condenação, sendo que, segundo a crença na imortalidade da alma, os justos já estariam no gozo das bem-aventurança celestiais (teriam partido para a “glória”, na morte) e os ímpios já estariam no inferno ou purgatório? Em outras palavras, todos os casos já teriam sido decididos com o próprio fim da existência de cada um e não haveria necessidade de ressurreição e juízo finais.

 6o. - Segundo a Bíblia, os ímpios após receberem o veredito divino, serão exterminados sobre a própria terra (Apocalipse 20:7 a 9 e 14, cf. 21:1, 2). Haverá, assim, uma “solução final” para o problema do pecado sem um prévio “campo de concentração” de fogo e enxofre pois nunca é dito, na descrição do “lago de fogo”, que este se transfira para alguma parte do universo enquanto queima em tormentos os ímpios. A angústia e o sofrimento não serão eternizados e os seres humanos não terão uma pena injusta, desproporcional à culpa. Tal como Sodoma e Gomorra “sofreram a pena do fogo eterno” (Judas 7) mas não estão a queimar até hoje, o fogo que destruirá os ímpios é eterno em seus efeitos, não duração.

 7o. - A Bíblia mostra que Satanás e seus seguidores serão finalmente desarraigados de sobre a Terra (Malaquias 4:1-3; Romanos 6:23; Ezequiel 28:13-19). Será um ato de misericórdia final de Deus--a união de Seu amor e justiça.

 8o. - A Bíblia mostra claramente a condição de destruição final dos ímpios tanto no Velho quanto no Novo Testamento (ver ainda Sal. 37:10, 20, 34; Sof. 1:14-18; 2 Tes. 1:7-10, 2 Ped. 3:7-10) e aponta ao “lago de fogo” como segunda morte.

 9o. - Além de seu caráter nitidamente cristocêntrico (“Aquele que tem o Filho tem a vida”--I João 5:12), o entendimento da imortalidade condicional representa, sem dúvida, o melhor antídoto contra a crescente influência do espiritismo, Nova Era, além de destruir as bases de doutrinas erradas como o purgatório, batismo pelos mortos e intercessão dos santos de algumas religiões que se intitulam cristãs.

10o. - A crença no inferno inapagável, além de não contar com fundamentação bíblica segura, a não ser tomando-se textos isolados de sua contextuação sem perceber o caráter metafórico de certas expressões, é uma grande fonte de descrença e oposição ao Evangelho. Muitas pessoas racionais não conseguem harmonizar o quadro de um fogo inapagável para torturar pecadores ali preservadas pelo Criador com o que a Bíblia ensina sobre Deus ser amorável e de justiça impecável.

   

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