Os 12 Trabalhos Anti-Sabáticos de ‘Hércules’-II
&Analisando Ensinos Bíblicos  &

Prof. Azenilto G. Brito
7o. TRABALHO

7. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando Paulo compara a guarda do  sábado como algo que implicava na perda salvação?

Base bíblica: “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco” (Gl 4.9-11).

   Vejamos nossa resposta ao 7º. sofisma desse objetor das verdades que defendemos:

      A ignorância desse contestador do sábado bíblico quanto à  contextuação histórica é óbvia. Sua falta de formação teológica pode ser claramente percebida. Ele nem percebe a contradição em que incorre, pois numa ocasião cita Rom. 14:5, 6 como prova de que qualquer dia serve para os cristãos, noutro ponto defende que o domingo foi adotado como dia de culto pelos cristãos, sendo até profetizado no Salmo 118!

       Então, a dificuldade dele é evidente, pois se Paulo está condenando a observância do sábado, contraria com isso a observância de qualquer dia! O Apóstolo aí não abre mão—não era para respeitar DIA NENHUM, o que incluiria até  o dia da Bíblia, dia das mães, dia do pastor, etc.! Então, como resolver a questão?  Isso envolve tanto o qualquer dia (de Rom. 14:5 e 6) quanto o domingo, que no caso passa a ser condenado também!
      Como esse sofista certamente não sabe resolver o problema, vamos explicá-lo:  O que se passa em Gálatas é que o Apóstolo está tratando de questões relacionadas com práticas pagãs, o calendário dos pagãos que os gálatas eram proibidos de seguir—festivais e dias especiais a que não mais deviam prender-se para não voltarem aos rudimentos fracos e pobres do paganismo.

       Em Romanos a situação é inteiramente diferente. Ele trata dos dias festivos dos judeus que eram ainda muito importantes na consideração dos filhos de Israel. Então, como serviam como feriados nacionais, as datas de Israel—como Pentecoste, Páscoa, Festa dos Tabernáculos, Purim, etc., ficavam OPCIONAIS. Os cristãos de origem judaica poderiam celebrá-las ou não, e ninguém devia condenar o semelhante por fazê-lo ou preferir não mais prender-se a tais tradições, que igualmente envolviam dias especiais de jejum.

     Que Paulo não desfaz com isso o princípio do sábado é claro e evidente, pois do contrário não poderia alegar depois, quando sob condenação, em sua própria defesa: “Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus nem contra o templo, nem contra César” (Atos 25:8).

      Ora, se ele tivesse feito campanha contra o sábado, logo surgiriam judeus condenando-o e contradizendo suas palavras, mostrando que ele seria um desrespeitador do mandamento. Como os judeus eram originalmente de origem judaica e zelosos da lei (Atos 21:20), sem dúvida haveria grande polêmica caso o mandamento tão importante da lei, o sábado, passasse a ser objeto de desprezo por parte de Paulo ou qualquer dos demais apóstolos.

      Aliás o referido sofista ainda está nos devendo explicar por que o item do sábado não ter sido alistado entre as coisas que NÃO deviam mais preocupar a comunidade cristã quando do estabelecimento das decisões do Concílio de Jerusalém em Atos 15 (ver vs. 20 e 29).

       Os que alegam que os judaizantes estariam agitando o problema do sábado e circuncisão não sabem justificar a ausência de qualquer norma contra o sábado no que se decidiu que NÃO devia preocupar os cristãos, segundo as instruções definidas em dito Concílio.
      Vejamos então a oitava tarefa para nosso heróico e simbólico ‘Hércules’, de refutação de sofismas:

PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO: Se Jesus empenhava-Se numa campanha para desqualificar o sábado, como os sofistas do anti-sabatismo dão a entender, por que cargas d’água Ele, que como Criador [João 1:3; Heb. 1:2) estabeleceu o sábado “por causa do homem” resolveu que não fora uma boa idéia criar tal preceito? Acaso com a Sua morte na cruz o homem não mais careceria de um regime regular de repouso físico e mental após seis dias de trabalho, como a própria ciência nos confirma estar em consonância com o organismo humano?

Obs.: Sem falar dos benefícios espirituais ligados à observância de um dia que Deus disse dever ser um “deleite” para os Seus filhos (Isa. 58:13).

8o. TRABALHO

8. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Paulo anunciou todo o conselho de Deus e não deixou nada do que fosse útil ensinar aos cristãos e nunca mandou guardar o sábado?

Base bíblica: “Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas.  Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus” (Atos 20.20, 27).

   Vejamos nossa resposta ao 8º. sofisma desse objetor das verdades que defendemos:
 

       Esse tipo de argumento do silêncio é uma forma fragilíssima de argumentar-se em favor ou contra uma tese. Ora, Paulo nunca também tratou do mandamento não dirás o nome do Senhor em vão, ou sequer repetiu a lei do dízimo, ou proibiu os cristãos de consultar os mortos ou manufaturar imagens de esculturas. Assim, o argumento de que Paulo não falou diretamente sobre o sábado vale tanto quanto um zero à  esquerda para negar a validade do mandamento. Não prova coisíssima nenhuma.

      Se Paulo não tratou do sábado havia um motivo para isso—não era necessário! Todos o aceitavam plenamente e não se fazia necessário tratar do que já era prática normal e corriqueira entre os crentes. Seria chover no molhado.
     Enfim, prossigamos examinando mais um sofisma da série de 12:

PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO: Sendo que Paulo jamais comentou de modo direto, específico, qualquer coisa relacionada com não se dever falar o nome de Deus em vão, ou  não consultar os mortos, teria ele com isso dado carta branca para os cristãos falarem o nome de Deus em vão e consultarem os seus mortos?

9o. TRABALHO

9. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando Paulo afirma que não faz diferença se alguém guarda um dia e se outro guarda outro pois tudo isso é coisa indiferente?

Base bíblica: “Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.  Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz” (Romanos 14.5-6).

   Vejamos nossa resposta ao 9º. sofisma desse objetor das verdades que defendemos:

      Aí vemos mais contradição de um sofista que não parece saber sobre o que está  falando. Pois acima vimos como em Gál. 4:9, 10 Paulo NÃO ABRE MÃO sobre guarda de dia nenhum. Agora ele faz o contrário, permite a observância de qualquer dia. Como é isso, afinal de contas?—É para guardar um determinado dia? Não é para guardar DIA NENHUM? Cada um escolha o dia que melhor lhe aprouver (ou a seu patrão) para dedicar ao Senhor? Que bagunça interpretativa é essa?

      Como já explicamos a diferença entre o Gálatas 4:9, 10 e Romanos 14:5, 6, fica esse sofista confuso e contraditório devendo uma satisfação dessa clara e evidente discrepância no que ensina.

      Só lembraríamos que não há qualquer registro histórico (e muito menos bíblico) de que os cristãos primitivos tivessem um critério de cada um escolher o dia que melhor lhe conviesse—João observando o sábado, Pedro o domingo, André a segunda-feira, Tiago a terça, Natanael a quarta, Paulo a quinta, Judas Tadeu a sexta. . . . Em que dia eles se reuniam para o culto e comunhão entre os irmãos, diante de tantas opções de dias para a convocação solene do dia de repouso?

      Não se alega que foi escolhido o dia de domingo pelos cristãos para homenagear a Ressurreição, sendo esse dia até ‘profetizado’ no Salmo 118? Iria Deus fazer o salmista profetizar sobre algo definido como  coisa indiferente?  Como  se dá agora que qualquer dia serve? Estranho, muito estranho esse critério de adoração a Deus especialmente quando a Bíblia assinala que Deus é Deus de ordem, não de confusão. . .
      Enfim, caminhemos na resolução das 12 tarefas anti-sabáticas de nosso hipotético apologista da verdade, Hércules:

PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO: Como explica que em Gál. 4:9, 10 Paulo não abre mão de observância  de dia nenhum, mas em Romanos 14:5, 6 deixa em aberto a observância de “dia qualquer”?

10o. TRABALHO

10. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Paulo declarou que as coisas passageiras da lei, como a guarda do sábado semanal, deveriam ser abandonadas pelos cristãos?

Base bíblica: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados. Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Col. 2:14-16).

   Vejamos nossa resposta ao 10º. sofisma desse objetor das verdades que defendemos:

      Só que o sábado foi feito por causa do homem, e isso incluía o próprio Paulo. Ele não está de modo algum descartando o princípio de um dia de repouso, pois João em Apocalipse 1:10 mostra que ele dedicava um dia ao Senhor. E que não se tratava do domingo é evidente porque no seu evangelho (escrito apenas num período de uns 5 ou 6 anos de diferença, segundo especialistas) ele não trata o dia da Ressurreição de modo algum como um tempo especial. Trata-o simplesmente como primeiro dia da semana (no grego mia twn sabbatwn—o primeiro com relação ao sábado), sinal que esse dia não merecia nenhuma consideração particular pelo apóstolo. Aliás, TODOS os evangelistas tratam tal dia na mesma base. Nenhum refere-se ao domingo de modo especial, pois não havia nenhuma celebração nesse dia da Ressurreição de Cristo, pois não é isso o que as Escrituras ensinam.

      Em toda a epístola aos colossenses a palavra lei nunca aparece, pois Paulo não está tratando de abolição de lei alguma. Embora esta passagem seja a grande fortaleza do anti-sabatismo, os sofistas que dela se utilizam apenas destroem o princípio do dia de repouso, contrariando as palavras de Cristo em Marcos 2:27 (“o sábado foi feito por causa do homem”) sem nada de melhor colocarem no lugar. Autoridades evangélicas há muito interpretam os sábados de Col. 2:16 como sendo os dias cerimoniais, que também eram chamados de sábados, pois do contrário percebem o problema criado—destroem as próprias bases do domingo!

      Mas mesmo que esses sábados refiram-se ao mandamento da lei moral, não há problema algum—Paulo não diz que NÃO É PARA OBSERVÁ-LO, apenas que os colossenses não se impressionassem com o tipo de julgamento que os heréticos locais estabelecessem quanto a suas práticas religiosas, como a guarda do sábado e o que comiam ou bebiam (ver Col. 2:18: Ninguém se faça de árbitro contra vós outros).

       O contexto mostra que esses heréticos eram de uma linha extremada. A verdade é que sobre eles não há muita informação, nem esse sofista anti-sabatista sabe nada a respeito para oferecer esclarecimento nenhum, apenas vale-se do texto fora do contexto porque lhe parece favorável, sem nenhuma preocupação exegética.

      Ademais, permanece em pé o texto de Hebreus 8:6-10 que não informa que tenha havido qualquer alteração na lei divina na passagem do Velho para o Novo Concerto. As minhas leis [de Deus] que prevaleciam ao tempo de Jeremias (ver Jer. 31:31-33) são transferidas para os corações e mentes dos que aceitam os termos desse Novo Concerto [Novo Testamento]. Os que negam isso e insinuam qualquer alteração nessa lei é que têm o ônus da prova, e não conseguem fazê-lo.

      Aproximamo-nos do fim dos 12 Trabalhos do nosso simbólico
herói grego. Eis o penúltimo:

PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO: Por que nos meios protestantes há comentaristas bíblicos do maior prestígio, como Charles Hodge, Albert Barnes, Adam Clarke, que entendem que os sábados referidos nessa passagem são os cerimoniais e não o sábado de caráter moral do Decálogo? Essa postura de tantos importantes estudiosos da Bíblia que nem são sabatistas não destrói totalmente a força desse argumento, citando um texto em que Paulo JAMAIS diz que NÃO É para guardar o sábado, e sim que não se deixassem julgar quanto a sua observância de dias especiais por extremistas locais, numa discussão clara de um problema limitado no tempo e no espaço, e não definindo um princípio universal?

11o. TRABALHO

11. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que em razão da desobediência a Deus, ele  anuncia a fim de todos os sábados prescritos na lei, inclusive o sábado semanal?

Base bíblica: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades” (Oséias 2:11).

   Vejamos nossa resposta ao 11º. sofisma desse objetor das verdades que defendemos:

      Um dos trabalhos do mitológico Hércules era eliminar o monstro Hidra, que tinha sete cabeças, e cada cabeça cortada fazia nascer duas no lugar. Assim, esse sofista busca compensar a destruição de argumentação já refutada levantando novas alegações semelhantes.

      Temos aí uma demonstração da falta que faz a formação teológica para se interpretar textos bíblicos à luz de sua contextuação literária e histórica. É a mesma situação de Isaías 1:13, como discutimos no sofisma 1, pois com o cativeiro de Israel, os sábados foram cessados, mas tudo se restaurou após o retorno do cativeiro—como demonstrado por uma mera leitura de Neemias 13.

     Aliás, numa viagem a Chicago há uns anos, fizemos questão de examinar diferentes autoridades em Teologia na biblioteca do Instituto Moody, daquela cidade, exatamente sobre o livro de Oséias, e constatamos que NENHUM de mais de 10 obras de eruditos consultadas confirma essa interpretação particular e sofismática. Nem sequer um dentre os maiores especialistas nos profetas menores (ou especificamente Oséias), altamente reconhecidos pela comunidade evangélica, entende que tal passagem prediz o fim do mandamento do sábado, pois o contexto fala também do fim das colheitas. Acaso isso significa que as colheitas cessariam para Israel de modo definitivo? Nunca mais haveria plantações naquela nação? Impossível, pois se vimos que os próprios discípulos estavam colhendo espigas de trigo naquele campo, como já discutido. . .

      Com isso, mais um sofisma anti-sabático (aliás, dos mais fracos) se desfaz. Chegamos, assim, à última das tarefas a que o nosso herói hipotético, Hércules, foi submetido:

PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO: Sendo que no contexto de Osé. 2:11 fala-se das colheitas que cessariam, significa isso que Deus está determinando o fim de TODAS AS COLHEITAS na terra de Israel? Mas quem for hoje à Palestina verá belas plantações dos judeus, com recursos de irrigação e até água dessalinizada do mar. . .

12o. TRABALHO

12. Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Deus poria em esquecimento a guarda desse dia – o sábado semanal – em decorrência da desobediência do povo de Israel?  Um preceito moral poderia ser posto em esquecimento?

Base bíblica: “E arrancou o seu tabernáculo com violência, como se fosse a de uma horta; destruiu o lugar da sua congregação;  o SENHOR, em Sião, pôs em esquecimento a festa solene e  o sábado” (Lamentações 2.6).

   Vejamos nossa resposta ao 12º. sofisma desse objetor das verdades que defendemos:

      Esse não passa do mesmo tipo de sofisma sem fundamento como se deu no 1º, e no 10º casos acima analisados. Aliás, um tipo de argumentação dessas não honra a inteligência de quem a faz, pois se Deus vai abolir o sábado, em decorrência da desobediência do povo de Israel, o pecado daquele povo mais ressaltado nas páginas bíblicas é o da IDOLATRIA. Então, a seguir-se esse raciocínio sofístico, em decorrência da contínua apostasia de Israel quanto ao culto a ídolos DEUS TERIA QUE COERENTEMENTE DESFAZER A LEI QUE PROIBIA TAL PECADO! E desde quando a solução do problema do pecado está em abolir as leis que os definem?! Percebem todos como o sofista do anti-sabatismo não tem a mínima escora nos seus artifícios apologéticos anti-sabáticos?

      Ele na verdade trata de reciclar alguns de seus velhos argumentos por falta de ter algo melhor para apresentar, mas não revela a mínima condição de demonstrar suas teses anti-sabáticas. É um fracasso em termos de interpretação da Bíblia, pois não percebe a contextuação histórica dos textos que cita, quando lhe parecem convenientes a sua inglória causa.

      Ele parece não conhecer nem a regra de tempos verbais no idioma português, pois o texto em análise fala de uma ocorrência passada, envolvendo não só o sábado, mas o rei e o sacerdote, os palácios e fortalezas, sendo dito também que já não vigora a lei, nem recebem visão alguma do Senhor os seus profetas (vs. 9). Ora, tudo isso foi superado e restaurado para a terra de Judá, como vimos acima na análise de seus sofismas da mesma linha.
      Percebe-se que a desonestidade de citações fora de contexto desse cavalheiro não se limita a trechos de autores adventistas, como temos denunciado muitas vezes. Ele pratica a mesma diabólica arte de corromper o sentido de palavras dos profetas bíblicos, que ousadia!

      Agora, se não vigora a lei, isso obviamente refere-se a TODA A LEI, o que inclui não só o mandamento do sábado, mas todos os princípios morais, cerimoniais, civis, higiênicos daquele povo condenado pelo cativeiro. Por que essa discriminação tão flagrante contra somente o sábado?
      Portanto, o que temos aí é um sério problema de desonestidade intelectual combinada com incompetência exegética de quem demonstra ser inteiramente desqualificado para apresentar-se perante a comunidade evangélica como apologista das verdades bíblicas.

PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO: A seguir-se esse raciocínio sofístico de disposição divina, profetizada, em acabar com o mandamento do sábado porque o povo não o respeitaria, o que dizer da contínua apostasia de Israel quanto ao culto a ídolos? Teria Deus que coerentemente desfazer a lei que proibia tal pecado? E desde quando a solução do problema do pecado está em abolir as leis que os definem?

      Assim, amigos, chegamos ao fim dos 12 Trabalhos anti-sabáticos de que nosso simbólico Hércules foi encarregado. Como percebem, nosso Hércules sabatista saiu-se perfeitamente bem no desempenho das tarefas.

      Se no relato mitológico os trabalhos de Hércules pareceram extremamente difíceis para o mitológico herói grego, na refutação desses 12 sofismas anti-sabáticos as dificuldades foram imensamente menores, como todos puderam perceber.

      É pena que os sofistas do anti-sabatismo não revelem disposição de arrepender-se, mesmo diante de um caminhão de evidências que lhes são apresentadas.

      De qualquer modo, sabemos que o Espírito Santo haverá de iluminar os sinceros buscadores da verdade que com todas essas considerações não se deixarão iludir com os sofismas dos promotores da intriga e da mentira contra os que defendem os ensinos bíblicos. São os que se caracterizam como pertencentes ao grupo de servos remanescentes de Deus, os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus (Apo. 14:12).

Prof. Azenilto G. Brito
Ministério Sola Scriptura
Bessemer, Ala., EUA
 
 

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