O SENHOR E EU
    Por Clelia Reis Scopelite Brito
      TXu 776-047

    Eu não lhe cobro para você ler meu livro, mas você poderia me dar uma recompença,
é somente me mandar um e-mail dizendo que está lendo o meu livro.
Nem precisa me dar a sua opinião, é somente para eu saber
que alguem está lindo e o meu trabalho não foi em vão.

Escreva para: cleliabrito23@yahoo.com.br


       Sobre o livro
      .
Esta é uma história de amor entre o Senhor e o autor. Como o Senhor cuidou dela, e encaminhou-a em toda sua vida como uma artista, dona de casa e viajante.
Como ela conheceu o Espírito Santo, em uma a uma experiência.
Ela começou esculpindo na idade de sete anos por cavando barro do seu próprio quintal e escultpindo brinquedos e animais com o barro. Ela foi tão longe como a venser e ganhar o primeiro realizado no museu Nacional de Arte no Brasil, seu país nativo. O livro está repleto de histórias curtas e testemunhos pessoais de seu relacionamento com o Senhor. Ela até deu um nome ao seu anjo da guarda. Ela o chama de "Daniel". Ela é uma optimista extrovertida que toma todas as suas orientações da Bíblia.
Seu lema, é o que diz em :Ecclesiastes 9:10

Ecclesiastes 9:10
10  “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, (sepultura) para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”

Sobre o Autor

Clelia Reis Scopelite Brito formou-se em 1982 na Escola do Art Institute de Chicago com um Bachelor de artes plásticas. Ela foi vencedora da
Traveling Fellowship da Fundação Edward do Art Institute de Chicago.
Ela recebeu um Diploma da Associado da ciência aplicada no Laboratório de Tecnologia em Odontologia no Triton College em Chicago, um certificado de conclusão do estágio no Laboratório de Tecnologia Odontológica na Northwestern University Dental School, e um certificado de apreciação pelo Chicago Dental Society.

    "O Chicago Dental Sociedade manifesta o seu apreço a Clelia R. Scopelite para uma contribuição significativa para a programa científico do 123. Midwinter Meeting, em Chicago. "1988.

CAPITÚLO 1

     O SENHOR E EU

Isaiah 41:10.
10 “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”

O céu está escuro e sombrio, e eu sei que a qualquer hora vai chover. Os relanpagos estão decorando o céu com seus raios elétricos amarelos. De vez em quando eu ouço um trovão bem distânte. Penso que vai ser uma tempestade elétrica, mas realmente não importa. Estou dentro de um predio construído coom tijolos, é uma casa que me faz lembrar da casa grande quando eu era pequena.

Nasci em Recife, capital de Pernambuco, no Brasil. Na época do meu nascimento, meu pai era proprietário de uma loja alimentar. Fiquei cerca de um ano de idade quandomeus  pais se mudaram para um pomar fora da cidade. O pomar era como uma muito pequena fazenda. Tinhamos uma sala grade 12 metros. A casa tinha cerca de cinco hectares de terra. Ao lado da casa, nós tínhamos uma linha de dez casinhas e minha mãe alugava elas as pessoas mais pobres do que agente. Estas casinhas tinham sido os quartos dos escravos quando escravidão era uma parte do Brasil. Por trás da casa grande, era um celeiro, uma piscina, e um riacho. A piscina e o riacho foram os meus favoritos lugares. A piscina, tuda feita de concreto, foi de cerca de dois metros de largura por dois metros de comprimento e um metro e vinte de profundidade. Minhas irmãs, irmãos, e eu, costumava-mos nadar nela todos os dias. Eu  lembre ter que saltar para cima e para baixo a fim de respirar. A água era muito profundo, e se eu não saltase, ele deveria cobrir a minha cabeça. Quando eu aprendi como flutuar acima da água, as coisas eram muito mais fácis para mim. Sempre que eu não estava nadando, eu estaria brincando no riacho.

Nós tinhamos uma grande árvore que tinha uma semente semelhante a um enorme feijão. A semente foi de um brilhante vermelho e branco. Eu gostava de colocar a semente no riacho e segui-lo com a água é transportanfo-o para longe nas pequenas ondas. Às vezes, o meu irmão ia comigo bricar no riacho, e apostar com as sementes de mumlungum. Gostavamos de marcar nossas sementes para ver qual semente iria chegar ao final do riacho primeiro. Esse quintal era o meu próprio paraíso. Tinhamos todos os tipos de frutas tropicais no nosso próprio quintal. Meu pai e seu ajudante tinham os seus próprios vegetais de jardim. Meu irmão começou seu próprio negócio quando tinha nove anos. Ele ia pedir ao meu pai para os produtos hortícolas e vendê-las para seu próprio lucro. Meu pai era simplesmente encantado com isso.

Os anos passaram tão rápido, e logo tive cinco anos. Minha irmã Cleodice de dez anos de idadede decidio ser minha professora e começou a ensinar-me o alfabeto, e isso arruinou tudo para mim. Eu só queria brincar e que me deixasem sozinha, mas minha irmã era uma professora persistente e obrigou-me a aprender o alfabeto, se eu quiz ou não. Eu recusei a estudar e gozava minha vida infantil por mais dois anos. Eu não podia ir para uma verdadeira escola até eu ter sete anos. A partir do pomar com a casa grande, nos mudamos para outro pomar para mais perto dos limites da cidade. Este pomar também teve uma casa grande, mas este tinha somente seis dormitórios e um pequeno apartamento ao lado. Minha tia morava no apartametno com seu marido. Apenas um quarteirão de distância da casa tinha uma escola pública. Minha mãe me levou para a escola, e matriculou-me na turma de crianças da minha própria idade

Assim que as aula começaram, fiquei horrorizado ao ver que todas as outras crianças sabiam ler e eu não. Minha irmã tinha me ensinado o alfabeto, mas ler era uma história diferente. Foi quando me virei para Deus para me ajudar. Esse foi meu primeiro contato com Deus, com um grande resultado. Eu fiz um pacto com  Deus. Lembre-se, que eu tinha apenas sete anos de idade. Eu disse a Deus: "Querido Jesus, se Você me ensinar a ler, vou ler a Bíblia todos os dias, eu prometo. Amém ". Deus ouviu o meu pedido e me ensinou a ler. Imediatamente, eu comecei a ler a Bíblia. Todos os anos leio a Bíblia do começo ao fim. Tenho sessenta e cinco anos agora e eu continuo a ler a Bíblia todos os dias.

Toda semana eu não podia esperar pelo sábado para ir para igreja. minha mãe iria levar-nos à igreja e eu adorava. Lembro-me que me sentava junto a uma mesa com areia e a professora utilizava fugurinhas de papelão para ilustrar as histórias da Bíblia. Eu adorava ficar bem vestida para ir para a igreja. Minha tia fez um chapéu muito bonito para mim com flores artificiais sobre ele. Eu gostava de ouvir adultos dizerem: "Que lindo chapéu, onde você comprou esse chapéu  tão lindo?"  Então eu gostava de responder: "Minha tia fez isso apenas para mim. Obrigada pelo elogio." Eu tinha dois anos quando isso aconteceu.

Após a igreja minha trazia algumas vusutas para almoçar conosco, ou então iriamos para a casa de alguém. Nunca comiamos sozinhos aos sábados. Após o jantar, iria para o Jardim Zoológico ou algum outro lugar divertido. Sábado foi o dia favorito da minha família inteira. Domingo foi mais um dia de alegria para nós. Meu pai e eu fizemos muitas coisas juntos no domingo. Uma vez ele estava pintando a casa e eu perguntei se eu podia ajudar. "Claro que você pode", respondeu ele, e ele deu-me um pequeno pinsel e um pouco de  tinata e disse que eu podia pintar com o mesmo. Então ele me ensinou a pintar.

Segunda feira chegou mais cedo do que eu sempre quis, e eu tive que voltar para a escola. Eu era muito infeliz na escola. Eu disse a todas as crianças que else todos iam à igreja no dia errado. As outras crianças ficavam tão agravadas comigo, que iam para o professor e perguntar-lhe quem estava certo, eles ou eu, e contavam ao professor que eu tinha dito que o Sábado era o dia certo, e que domingo era o dia errado. O professor sempre disse que eles tinham razão e que eu estava errada. Isso apenas  quebrou meu coração, e eu me ssentia com ressentimento do professor . Gostava de correr para casa e dizer aos meus pais o que tinha acontecido na escola.

Em três anos eu mudei de escolas seis vezes. A primeira foi uma escola pública, mas as demais foram todas as escolas privadas. Eu não podia parar de dizer a pessoas que iam à igreja no dia errado e isso manteve-me sempre em apuros. Quando eu tinha dez anos de idade, minha mãe decidiu enviar-me com o meu irmão mais novo para uma escola Adventista do Sétimo Dia. Depois disso, não tive mais problemas. Minha professora era da mesma igreja que eu e o nome dela era dona Angelina Ramos. Ela foi a resposta a todos os meus problemas. Eu nunca fui tão feliz em uma escola que eu estave como na escola da Igreja. Não houve mais brigas sobre quem era quem estava certo ou errado. Só Deus sabia como eu estava feliz. A escola ficava no centro da cidade, então tivemos que tomar um bonde para ir para lá. Nós começamos a ver as mesmas pessoas todos os dias. Eles eram todos adultos funcionarios indo para o trabalho.

Meu irmão e eu éramos as únicas crianças viajando no bonde desacompanhados por um adulto. Todo mundo começou a falar com agente e perguntar-nos onde estamos ído sosinhos sem acompanhamento. Eu fazia todas as respostas e gostava de dizer-lhes que éramos Adventistas do Sétimo Dia e que nós estávamos indo para uma escola da igreja. Quando eles perguntaram-me sobre a nossa religião, gostava de informá-los da melhor maneira que pudia e dizer-lhes como observamos nossas doutrinas.

Nós permanecemos nesta escola três anos (1939-1942), até que terminamos o curso primario. Eu amava a dona Angelina Ramos quase tanto como eu amava a minha própria mãe. Ela era tão maravilhosa. Ela deixou eu pular de grau do segundo para o terceiro no meio do ano, o que me fez amá-la ainda mais. Ela ensinou-me um longo poema que eu recitei na minha formatura. Desenvolvi um gosto por poisias e recitava eles muitas vezes na minha igreja. Assim  a minha mãe me poz num  concurso de rádio sobre declamaões de posias e eu ganhei o segundo prêmio, eu tinha dez anos na época. Minha mãe e meus professores ficaram muito orgulhosos de mim.

Isto aconteceu 53 anos atrás, mas ainda me lembro de dona Angelina Ramos como se fosse ontem. Espero ir para o Céu quando Cristo voltar,
assim eu poderei lhe dizer o quanto eu a amava. Ela morreu muito jovem, mas ela certamente deixou uma impressão enorme em mim, de uma pessoa que seguia verdadeiramente o exemplo de bondade que Cristo deixou.

Depois que terminei o curso primario, tive que fazer uma escolha de que colegio eu iria atender. Escolhí um colegio Batista. O nome dele era Colegio Americano Batista. La estudei o meu primeiro ano secundario, mas no próximo ano os meus pais me enviaram para São Paulo, no sul do Brasil, para uma colegio Adventista do Sétimo Dia.

Os irmãos e irmãs de minha mãe moravam no Rio de Janeiro, perto de São Paulo, cerca de 1.900 quilômetros de Recife. Meu irmão mais velho Raudenez viveu lá também. Teria muitos familiares perto de mim no caso que eu precisase de ajuda. Meu irmão seria encarregado de cuidar de mim. Isso foi durante a  guerra mundial. À noite, a cidade inteira estava apagada. Cinco dos nossos navios do país, tinham sido torpedeado pelo submarino alemão. Parecia que todo mundo tinha medo. Meus pais tiveram que decidir como é que eu era para ir à uma escola que ficava tão longe, e em um tempo de guerra.

Três outras garotas também estavam planejando ir para a mesma escola. O tesoureiro da igreja tinha que fazer uma viagem ao sul ao mesmo tempo, e ele se ofereceu para ser o nosso guia durante a viagem. Eles decidiramque iríamos por navio. Minha família inteira veio para a porto para ver a nossa partida. Duas das meninas eram muito mais velhas do que eu, mas uma menina era da minha idade. À noite não se acendia uma  luz no naviio intero, pos isso não era permitido no navio, e ninguém podia ficar dentro das cabines. Todo mundo tinha que dormir fora sobre o convés do navio numa cama de lana fornecido para nós. Era muito quente à noite, por isso jinguem fez questão de durmir fora das cabines. Todo mundo tinha um colete salva-vidas para usar em caso de problemas. Quase todas as noites eu deixei o meu colete salva-vidas na cabine, em vez de levá-la comigo. Eu disse às meninas que Deus estava viajando com a gente e nada iria acontecer com o nosso navio. Eu estava muito bem, e nós fezemos uma maravilhosa viagem.

No Rio de Janeiro, depois que deixamos o navio fizemos o resto da viagem de trem. Quando chegamos no Rio meu irmão Raudenez estava no porto esperando por mim. Como era maravilhoso ter um irmão mais velho para cuidar de mim. Ele disse ao tesoureiro da igreja para cuidar de mim durante o resto da viagem para São Paulo. O tesoureiro sentou-se ao meu lado toda a viagem. Ele devia ter cerca de 30 anos, e eu tinha apenas 14, mas me senti muito atraída por ele. Ele era solteiro, loiro, alto, e muito bonito, com olhos azuis bem grandes. Gostei desta viagem ainda mais do que a viagem
o Rio só porque ele estava sentadojunto de mim.

Eu acho que tenho sido uma pessoa romântica desde que eu tinha nove anos de idade. Nessa altura, um rapaz chamado Eletronio começou a olhar para mim quando eu estava na classe. Quando eu notei ele olhando para mim, eu gostei. Começámos a comér nossos almoços juntos e eu realmente pensei que eu estava apaixonado. Ma me esqueci dele logo quando eu fui transferida para a escola Adventista no curso primario. Bom, eu não me esquecí totalmente, pois até agora, após 56 anos, ainda me lembro dele e do seu nome.

Quando fiz dez, na escola Adventista eu não tive nenhum amigo especial, mas eu pensei que eu gostaria de ser a esposa de um ministro quando eu crescese. Comecei a estudar os rapazes que poderiam ser o meu futuro marido. Os rapazes que estavam na minha classe, eu não achei que qualquer um deles seria um ministro. Então eu não considerei qualquer delas como um candidato para ser o meu futuro marido. Encontrei um rapaz mais velho, em minha igreja cujo pai era um ministro quando eu tinha 12 anos, e ele tinha 13. Eu pensei, talvez ele seria um ministro também quando ele crescese. Talvez ele iria se casar comigo quando eu crescíi. Mal podia eu saber que em poucos anos seus pais seriam tranferidos para outra cidade e eu não iria vê-lo novamente por o utros 37 anos. Quando encontrei-me com ele já era casado e tinha uma família, e eu tambem já estavaa casada. Eu disse-lhe sobre os meus planos juvenis e tivemos uma boa gargalhada sobre isso.

Quando eu tinha 12 anos e que tinha conseguido nada com o primeiro menino, eu comecei a olhar ao redor para ver quem seria o próximo candidato adequado para ser o meu futuro esposo. Outro ministro de nosso Igreja vivia apenas um quarteirão da minha casa. Ele tinha seis filhas e um filho. Acredite ou não, o filho era apenas poucos anos mais velho de que eu. Ah, eu pensei, talvez ele será um ministro como o seu pai quando ele crescer. O meu pobre coração não estava preparado para outra decepção. Quando fui para o colegio Batista, ele também era um estudante lá, mas os nossos caminhos nunca se cruzaram. Mais tarde, quando fui para São Paulo, eu sabia que ele iria estar lá também. Gostaria de saber se o filho do Ministro iria olhar para mim quando eu cheguase lá. Mesmo quando eu ainda estava no trem, eu comecei a pensar sobre ele e esqueci o tesoureiro ao meu lado, que era muito mais velho do que eu.

Quando finalmente cheguei ao colegio, fiquei impressionadissima. Eu nunca tinha visto um lugar tão lindo na minha vida. Ainda hoje penso que é o colegio Adventista mais bonito que eu já ví. Na entrada tinha um arco em cima do portão muito bonito e impressionante. Os jardins do colegio eram  como um pequeno paraíso. Quando eu fui pela primeira vez para a cafetaria, eu vi o filho do ministro. Eu estava certa de que ele seria meu amigo, porque ele era da minha igreja de Recife, mas ele nunca veio me dizer polo menos um olá.

Um dia eu aprendi que todo sábado à noite a escola realizva uma grande marcha no ginásio. Pares de meninos e meninas estariam marchado ao tempo com a música e executavam formações intricadas. Quando chegou no sábado à noite, eu coloquei meu melhor vestido e fui para a marcha. Eu não podia acreditar quando ele veio até mim e me pediu para ser seu par na marcha. Eu praticamente derretí e é claro que eu disse que sim. Essa foi a única vez na minha vida que eu tinha chegado perto dele. No ano seguinte fui para outra escola e eu não vi mais esse rapaz em toda minha vida.
Eu sei que ele é casado e tem provavelmente uma família. Como ele ficaria surpreso se ele soubese o que eu sentia por ele quando eu era jovem!

Por seis anos, eu não tive romance no meu pequeno coração. Toda vez que eu encontrei um rapaz que poderia tornar-se um ministro, ele não sabia que eu existia. Dai eu decidi que iria continuar  solteira o resto da minha vida. Eu não queria deixar o meu coração passar por mais uma decepção.

Logo depois que terminei o colegial, eu estava a ter mais uma decepção maior do que qualquer uma das outras. Depois de passar um ano em São Paulo, passei um ano em outro colégio no Rio de Janeiro. Quando o colegio estava em ferias, eu passei o verão com os meus parentes  no Rio de janeiro. Minha tia pensou que eu precisava de algum entretenimento e começou a me levar ao teatro para ver alguns filmes tipo familiar. Fiquei impressionada que o Senhor não estava muito feliz com esta situação, mas eu não sabia o que fazer. Quando chegou o carnaval, minha tia me levou para um clube para dançar e comemorar esta festa que eu considerava a festa do inimigo. Eu fui com ela, mas me sentei na parte de trás do clube e não participei em qualquer um dos eventos do clube. No meu coração eu estava dizendo a Deus que isto não foi a minha escolha. Creio que o Senhor realmente me compreendeu e perdoou-me por estar em um local impróprio para um cristão. Escrevi para minha mãe e disse-lhe que queria voltar para casa e terminar o ensino médio no colegio Batista perto da minha casa. Ela ficou entusiasmada com a minha decisão e me disse para vir o mais rapidamente possível. Então fui para casa e terminei o ensino médio lá.

Após o colegial, eu fiz os  exames de entrada para a faculdade na Universidade de Recife e entrei no programa de Belas Artes. Um dos meus primeiros projetos foi a esculpir um busto de escultura na minha classe. Perguntei a uma das minhas amigas, (Edusa Menesis), se ela poderia pousar para mim. Ela disse que sim, e fiz o seu busto. Com muito incentivo do meu professor de escultura, eu  pus o busto dela em um concurso internacional de arte, no museu do Estado. Porque Deus é quem faz todos os meus trabalhos, o Senhor e eu ganhamos um segundo prémio no concurso. Ganhamos um monte de dinheiro. Meu professor ficou absolutamente encantado. Ele veio a mim e disse:
"Veja só! Eu lhe disse que você ia vencer e você duvidou de mim. Nunca duvide de mim novamente? A próxima vez que eu te dizer que o seu trabalho é uma obra prima, basta acreditar em mim. Eu sei o que estou falando. Mas não fique comvencida, porque você não está fazendo este trabalho. Algun grande escultor está reincarnado em você."
"Bem,  você está quase certo", eu respondi. Veja, eu sei que eu não faço o meu trabalho, mas ninguém tem se reencarnado em mim. É algo muito
melhor do que o isso. Você vê, o próprio Deus tem três formas: Deus o Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Este último é o único que faz todo o meu trabalho, porque Ele vive em mim ".
"Não, não, você tem  tudo isso errado", ele opôs. "Deus não vai vir todo o caminho do céu só para te ajudar. Mas Ele ama você muito. Ele não teria lhe dado um talentoso artista para reencarnar em você, se Ele não te amase. "ele disse isso e saiu da clsse. Eu não podia dizer outra palavra.

As férias de verão veio muito em cedo. Meu professor de escultura providenciou para um dos funcionários da escola  abrir o portão para mim,
também o salão de escultura. I nunca tinha tido tantos privilégios em uma escola como tive naquela universidade.

Um dia, cerca de uma semana antes da inscrição no final do verão, eu tive um sonho muito estranho. Eu vi no meu sonho um homem com olhos azuis e  cabelos castanhos muito bonito, alto e cimpatico, que eu nunca tinha visto antes. Ele estava andando comigo para a escola. No dia seguinte eu tive outro sonho com o mesmo homem que estava vindo para a escola. Lembro-me como é que ele abriu a porta dupla da frente e veio diretamente na minha direção. Durante cerca de uma semana, eu sonhei com o mesmo homem. Eu nunca tinha visto esse homem antes na minha vida.  Eu não tinha idéia de por que eu estava sonhando sobre alguém que eu nunca tinha conhecido.

No dia de se registrar para as classes eu fui à faculdade com um dos meus amigos e fiz todos os procedimentos da matrícula. Quando terminamos a  matrícula, fomos nos sentar no corredor para conversar um pouco anes de voltar para casa. Quando estávamos conversando, um homem alto bonito de olhos azuis e cabelo castanho claro veio pelo corredor na minha direção,ele passou pelasoutras pessoas, mas quando ele olhou para mim ele disse: "Olá," só para mim. Todas as meninas queriam saber quem ele era. Elas me perguntram onde eu tinha conhecido ele. Temporariamente, esquecí que ele era o homem com quem eu tinha sonhado. Eu disse: "Eu não sei onde eu o conheci, mas sei certamente que eu o conheço. como é o nome dele? Elas perguntaram. Eu não me lembrei do seu nome, mas de repente eu percebi que ele era o homem que eu vi nos meus sonhos antes deu ter visto ele fisicamente. Mais tarde, ele me disse o nome dele. Ele me foi estudar na mesma classe de aula que eu estava estudando. ele dirigiu-se a min,e se apresentou.

"Olá! eu sou Arthur Lima Cavalcante. Estou feliz em conhecê-la. E você, qual é seu nome? "

Eu disse-lhe o meu nome, mas eu não podia entender por que Deus deixou-me sonhar com um homem que eu não conhecia. Ele era católico e de um uma familia muito importante. Seu tio era o governador do Rio de Janeiro, a capital do Brasil. Ele não era para mim, por que eu sonhei com ele? Quase toda noite sonhava com Arthur. Eu estava assustado e com medo de que eu ia me machucar outra vez. Orei: "Por favor, Deus, não me deixe ser machucada; por favor me ajude a não pensar em Arthur." Não sei porquê, mas quanto mais eu orava,  mais profundo era meus sentimentos por ele. Um ano mais tarde, descobri por que Deus permitiu-me sonhar com um que não ia ser um pastor Adventista.

O Museu Nacional ofereceu outra concurso de artes. Meu professor disse-me para preparar algo para o show porque todos estavam esperando que eu entraseno concurso novamente. Quando um artista ganha, ele ou ela precisão voltar e concorrer, mesmo que seja apenas para satisfazer o público. Então eu tive que concorrer outra vez. Eu perguntei ao professor quem devo pedir para pousar como mudelo para este concurso. Ele disse que isto era comigo e não com ele. Depois percebi por que Deus tinha me permitiu sonhar com Arthur. Ele tinha uma fisionomia perfeita para uma estatua.
"Tudo bem, Senhor, eu pensei. Vou pedir para Arthur pousar como mudelo para mim."

Eu fiz o busto de Arthur, e mais uma vez, Deus fez todo o trabalho. Desta vez, o Senhor e eu ganhamos o primeiro lugar com muito mais dinheiro que o outro ano.  O Senhor é tão misericordioso, Ele causou um homem da minha igreja tornar-se interessado em mim e me ajudar a não pensar mais em Arthur.

Arthur se tornou prefeito do Recife, e morreu em 1981. A cidade pegou o busto eu tinha feito dele, e colocaram em um parque da cidade. Em 1952 deixei o Brasil e vim para os Estados Unidos. Caseime com um Americano que depois de vinte cinco anos de casada, me deixou por outra mulher mais nova de que eu, por isso agora resta somente,

"O Senhor e EU"
 
 

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