PARA ENTENDER JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ

&Analisando Ensinos Bíblicos  &

Prof. Azenilto G. Brito
 O tema da justificação pela fé é fundamental para o cristão, e uma compreensão cabal deste ensino torna-se cada vez mais necessária, pois vem perdendo sua força explosiva diante da superficialidade teológica, subjetivismo religioso e negligência da busca pelo “alimento sólido” no estudo da Palavra de Deus (Heb.5:12) que se percebe hoje em dia no mundo cristão e evangélico. Poucos o expõem firmados numa profunda exegese dos escritos de Paulo e na proclamação incansável dos Reformadores do século XVI. Para benefício de todos aqueles cristãos interessados num maior aprofundamento  desta relevante questão, que não é uma mera doutrina entre as outras, mas a própria base racional do plano divino da salvação, reproduzimos abaixo um artigo de nossa autoria, segundo constou de nossa obra O Desafio da Torre de Vigia.

        O Novo Testamento, que acima de posições de correntes religiosas é a base na compreensão do tema em lide, apresenta a obra de Deus em dois aspectos:

                    Aspecto 1 - A obra de Deus por nós em Cristo—a justificação.

                   Aspecto 2 - A obra de Deus em nós mediante o Espírito—a santificação.

        O Aspecto 1 é o que Deus realizou fora de nós na Pessoa de Cristo. Estas são as boas novas de que a redenção do homem foi consumada na cruz. O Aspecto 2 é o que Deus realiza dentro de nossos corações mediante o Espírito, produzindo a regeneração, ou “novo nascimento”. Isto é fruto do Evangelho, porquanto a fé no Aspecto 1 traz o Espírito Santo ao crente. Diz Rom. 5:1: “Justificados, pois, mediante a fé, tenhamos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. Isto se refere ao Aspecto 1. No mesmo capítulo, lemos: “Porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (vs. 5). Este é o Aspecto 2—santificação.

        Ao passo que devemos ter cuidado em não confundir a obra de Deus por nós (justificação) com a obra de Deus em nós (santificação), não devemos também divorciar uma fase de Sua obra da outra. A justificação traz em sua esteira o dom e infusão do Espírito em nós. Logo, onde não ocorre transformação operada pelo poder do Espírito Santo, é porque certamente a justificação nunca foi recebida.

        O dom do Espírito é o selo, o juramento e a garantia de que fomos justificados (Efe. 1:13, 14; Rom. 8:14-16). Isto contradiz a noção de que o Espírito é concedido como uma “segunda bênção” posterior e superior à justificação, que produz manifestações sobrenaturais como garantia de que o indivíduo não só confirma, mas aprimora sua aceitação diante de Deus. O evento glorioso da imputação da justiça, baseada na experiência de Cristo, jamais pode ser superado por quaisquer experiências que o homem desfrute, mesmo as de caráter religioso.
 
 

  Inclusão, ou Fusão




        A inclusão, ou fusão, de justificação com santificação é a principal causa do erro no entendimento dessa que não é uma mera doutrina, mas a própria base racional do plano da salvação. A tendência da natureza humana é tornar os aspectos subjetivos da fé o ponto principal de atenção. Foi o que sucedeu com a igreja primitiva. Já nos ensinos dos pais da igreja pós-apostólica (autores religiosos do segundo século em diante), a verdade da justificação pela fé não ocupava lugar destacado, cumprindo a profecia de Paulo em Atos 20:29 e 30.

        A Igreja começou a considerar a justificação como tão-só um passo inicial que dava início à vida cristã. A poderosa verdade da justificação ficou subordinada à santificação. O enfoque da atenção se distanciou do Evangelho e se fixou nos frutos do Evangelho; afastou-se da experiência de Cristo para concentrar-se na experiência do cristão, substituiu o objetivo pelo subjetivo.

        Os reflexos disso sobre a sociedade foram notórios. Os homens estavam tão submersos no subjetivismo religioso que não se conseguia qualquer grande progresso no campo científico ou sociológico. A civilização retrocedia e através de toda a Europa, viam-se homens carregando cruzes, ou sentados sobre pontos elevados esperando que ali lhes chegasse alguma visão especial de Deus e da verdade. O povo saía em peregrinações inúteis, venerava relíquias “santas” e acatavam-se as mais incríveis superstições. O cristianismo chegou a ser a grande fossa séptica da ignorância e da fantasia, tanto como do estancamento social.

        À base de toda esta distorção jazia a doutrina da igreja medieval sobre a justificação. Surpreendentemente, a Igreja não abandonou expressões tais como justificação e salvação pela graça, mas as palavras-chave do Evangelho exposto por Paulo (justificação, graça, fé, etc.) haviam adquirido significados diferentes. A justificação havia perdido o seu sentido forense, de uma declaração de inocência (cf. Deut. 25:1; Rom. 2:6-16). Em lugar de significar o que Deus havia feito fora do homem ao declarar justo o pecador, adquiriu a conotação de renovar pela santificação mediante a obra divina no próprio coração do homem. Ensinava-se, enfim, a justificação mediante o Aspecto 2 e não pelo Aspecto 1.

Lutero Desfaz a Síntese: Nasce a Reforma

        Martinho Lutero é tido como o mestre de ensino mais claro sobre justificação pela fé depois do apóstolo Paulo. Ele desfez a síntese entre os aspectos de justificação e santificação, segundo a teologia dominante. Antes de perceber a verdade sobre a justificação pela fé, Lutero via na palavra “justiça” (como em Rom. 1:17–“a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé”) uma fonte de terror. Tremia ao considerar a santidade e justiça de Deus em contraste com sua própria indignidade. Submetia-se, assim, a todos os trabalhos, disciplinas, penitências que a Igreja requeria. Para ele, o atributo dominante do caráter de Deus era Sua justiça, termo que entendia na concepção latina: um sentido jurídico, de justiça retributiva ou de castigo. Via a Deus somente como um  “justo” e severo juiz.
 

        Desesperado, estudou mais Romanos e leu: “Porque não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (1:16). Salvação! Era o que buscava por tantos anos. E Paulo lhe diz que o Evangelho é o poder de Deus para salvação! Tentou entender esta mensagem em sua relação com o contexto. Chegou a Rom. 3:21: “Agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus”. Então, num lampejo providencial, compreendeu  o  que Paulo queria dizer: a justiça da qual falava não era a requerida do homem, mas a que é oferecida ao que crê no Evangelho. Era uma maravilhosa manifestação de graça de Deus, a salvação que o Evangelho revela. E se Deus justifica o pecador por meio da justiça de Cristo, quer dizer que a justiça do Evangelho não se constitui de obras, mas é um dom graças ao qual somos justificados. Nesse momento Lutero sentiu-se livre. As expressões que antes não conseguia entender, como nos Salmos 31: “Livra-me em Tua justiça”, ou em Romanos 1:17: “Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho. . .” adquiriram novo significado.

        Ao aprofundar-se na interpretação de Romanos 1:17 (“o justo viverá pela fé”) esse entendimento passou a dominar a alma do atribulado e dedicado monge agostiniano e explodiu em boas novas para ele e para o mundo. Descobria Lutero uma nova relação com Deus, não mais no moralismo, nem no racionalismo ou no misticismo, mas na compreensão do real sentido do evangelho.

                                                                       Mas, e as obras?

        Lutero não descartava o valor das boas obras. Elas são o resultado lógico de nossa justificação, mas esta não se baseia naquelas. A raiz e causa de nossa justificação não é nossa obediência, mas sim a obediência de Cristo. “Porque, como pela desobediência de um só homem muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só muitos se tornarão justos” (Rom. 5:19). Justificados pela fé na obra já efetuada completamente fora de nós, a consciência será purificada, o coração achará a paz com Deus, e a bem fundamentada convicção de estar já aceitos por Deus fluirá como uma vida renovada de obediência e boas obras. Como expresso na confissão apostólica: “Nós  amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4:19; comparar com II Cor. 5:14-21 e Tito 2:11-14).
        Para ficar bem clara a distinção entre as duas concepções sobre justificação pela fé, segundo o pensamento da Reforma—de que somos herdeiros espirituais—e o pensamento católico-romano, apresentamos este resumo em contraste:

                      Igreja Medieval:                   A  Reforma:

                          Somos justificados pela obra da                   Somos justificados pela obra
                          graça de Deus no coração.                          da graça de Deus em Cristo.

                          Somos justificados pela obra de                   Somos justificados pela obra
                          Cristo em nossos corações.                          de Cristo fora de nós, na cruz.

    O pensamento medieval era homocêntrico, subjetivo; o pensamento da Reforma era cristocêntrico, objetivo—centralizava-se na cruz. O evangelho, como expõe o teólogo adventista Hans LaRondelle, não é um “faça-o”, mas “está feito”. Não é “obrar”, mas “crer”. Não necessitamos ser bons para sermos salvos. Temos que ser salvos para sermos bons. Não somos salvos pela fé e as obras, mas pela fé que produz obras.

Santidade negociada

        Roma e os Reformadores concordavam em que o homem nasce com uma natureza corrupta e pecaminosa (o conceito de “pecado original”). A Igreja, porém, ensinava que o batismo eliminava o pecado original e considerava a graça como uma virtude que é infundida para transformar a natureza pecaminosa do homem. Também, por seu ministério sacerdotal, pretendia conceder os meios de graça pelos sacramentos para que os pecadores fossem se tornando mais e mais qualificados para o céu mediante esta mudança transformadora, tornando-se justos à vista de Deus. Segundo tal critério, as obras são efetuadas no crente mediante o Cristo que nele habita, e, por conseguinte, chegam a fazer-se totalmente aceitáveis e agradáveis a Deus.

        Roma sustentava que os que lograssem a impecabilidade (perfeição ontológica, ou seja, do próprio ser) chegando à santidade entrariam direto no céu na hora da morte. E alguns santos, praticantes de tantas obras meritórias, deixariam um excesso de méritos que poderiam ser transferidos a outros. A Igreja (que teria “as chaves do reino do céu”) poderia então administrar tais méritos que “sobraram” e negociá-los à base de indulgências para compensar a pecaminosidade dos que não se aprimoraram tanto. Aliás, a descarada venda de indulgências nessa interpretação visando a levantar fundos para a edificação da Catedral de S. Pedro, em Roma, foi tema de renhida polêmica de Lutero com as autoridades eclesiásticas da época.

        Em contraste com isso, os Reformadores diziam que Deus justifica o ímpio que crê em Cristo (Rom. 4:5), e que o crente é aceito como justo e reto, não devido a que certa porção de graça lhe é vertida, mas por virtude da justiça que se coloca sobre ele pela imputação da vida impecável de Cristo. Não há coisa tal—alegavam—como o crente ser cada vez mais justo. Ele já é completamente tido por justo diante de Deus, mediante a fé. Não há graduações de justiça para com Deus. Ou o homem é completamente justo diante de Deus, ou não. O homem é inteiramente aceito, ou não é. Cristo tão somente qualifica-Se para representar o homem perante Deus, por Sua vida perfeita e Sua morte expiatória. Com efeito, Paulo fala também que “se, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de Seu Filho, muito mais, havendo sido reconciliados, seremos salvos por sua vida”. (Rom. 5:10).

Simul justus et peccator

        Para os Reformadores, além de não existir a possibilidade de tornar-se, o crente, mais e mais justo para então ser aprovado por Deus, o indivíduo arrependido e aceito é simul justus et peccator (ao mesmo tempo justo e pecador). Isto é ilustrado  em Romanos 7, ao tratar da luta do crente contra a natureza da “carne do pecado”, mas sobrepondo-se a isso para caminhar num novo estado em Cristo, que é o tema do pensamento paulino em Romanos 8.

          Em contraste com tal entendimento, para os teólogos católicos Romanos 7 é a expressão da experiência do apóstolo antes de sua conversão, enquanto Romanos 8 apresenta a vida de alguém que conseguiu a vitória pela ação da graça transformadora do Espírito. Para os adeptos da Reforma, contudo, Romanos 7 indica que a graça não muda a natureza pecaminosa do crente devido ao mal congênito, os efeitos do “pecado original”.

Sustentavam que o Espírito Santo faz do pecador justificado um novo homem criado em justiça e em santidade verdadeira (Efés. 4:24). Por conseguinte, o cristão possui duas naturezas—a velha, nascida da carne, e a nova natureza, que Paulo chama de “espírito” por que é nascida do Espírito (João 3:6). E estas duas naturezas são opostas, como diz Gálatas 5: 17: “A carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que porventura seja do vosso querer”. Ademais, o Espírito não é concedido para livrar o convertido do penoso conflito, mas para sustentá-lo em triunfo até o fim (ver Rom. 8:23-25). Assim, o cristão é completamente justo em Cristo, embora de si mesmo (devido a sua natureza pecaminosa) seja inteiramente pecador.

        Lutero e Calvino insistiam em que nenhuma boa obra  dos  santos  está completamente isenta de pecado. É verdade que o Espírito induz o cristão à  prática da virtude, mas a natureza pecaminosa do homem corrompe todas essas boas ações, e toda obediência à lei divina. As boas obras são somente aceitáveis mediante a misericórdia e a intercessão de Cristo à destra de Deus. Nossa completa satisfação à lei—declaravam—reside unicamente em Cristo, nossa cabeça.

A Tensão Entre o “Agora”  e o “Ainda Não”

        O crente vive sob a tensão entre o “ainda não” e o “agora”. Nossa esperança de perfeição e total isenção de pecado centraliza-se na segunda vinda de Cristo, quando, pela ressurreição dos justos, teremos uma natureza semelhante à dos anjos que nunca caíram. A fé pertence ao “agora”, e a esperança ao “ainda não” (I João 3:2). A fé contempla a cruz, ao que foi feito em nosso favor. A esperança contempla o glorioso futuro que haverá de materializar-se, pois “quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado” (I Cor. 13: 10).

       Resumindo, destacaremos três pontos básicos para uma perfeita compreensão do tema da justificação pela fé segundo o que a Palavra de Deus realmente ensina:

1o - A graça de Deus que opera no coração do homem não pode, ipso facto, torná-lo aceitável à vista de Deus. Para sermos aceitos e aprovados por Deus (justificados, declarados inocentes pelo veredito do perfeito Juiz) requer-se infinitamente mais graça do que jamais poderia ser contida no coração humano. Somos justificados pela graça de Deus em Cristo. Portanto, o tema da salvação vai muito além do “deixar Cristo habitar no coração”. Não somos justificados porque nascemos de novo, mas nascemos de  novo porque fomos justificados. Ao falar a Nicodemos (João 3:3 e 7) “importa-vos nascer de novo”, Cristo prosseguiu apontando-lhe a base da aceitação do homem para com Deus nos versos 14 e 15: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna”.

2o - Cristo, como Pessoa divina, na verdade não pode habitar no coração do homem para ali, operando a regeneração (ou “novo nascimento”), torná-lo completamente aceitável a Deus. Ele habita no céu mas está presente entre nós em Sua Palavra e por Seu Espírito (ver Mat.18:20; 28: 20; João 14:16-18).  Assim é que Ele habita no coração--pela fé. Nossa justiça para com Deus está na pessoa de Cristo (Isa. 45:24, 25). Paulo fala do “Cristo que habita em mim” (Gál. 2:20), mas logo em seguida mostra que não está exaltando uma condição mística, pois diz que “esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”.

3o - O Cristo habitando em nós, mediante a operação do Espírito, não pratica por nós obras aceitáveis a Deus e, daí, meritórias. Deus se agrada das boas obras de Seus filhos pelo que elas significam--que O amam e Lhe servem com corações agradecidos. Contudo, essas boas obras não fazem parte da justiça que nos justifica perante Deus e, ainda por cima, serão sempre imperfeitas, maculadas pelos efeitos do “pecado original”. Isaías declarou que “todas as nossas justiças [são] como trapos de imundícia” (cap. 64:6). Não é meramente o habitar Cristo no coração do crente que torna aceitáveis suas boas obras diante de Deus, mas a intercessão de Cristo perante o Pai  (ver Heb. 13:21; I Ped. 2:5). A fé deve estender-se além do que Cristo pode realizar dentro de nós mediante o Espírito. Deve basear-se no que Ele faz por nós mediante a Sua intercessão. Romanos diz que o Espírito intercede, e que Cristo também intercede por nós  (cap. 8, vs, 26 e 34).

O Evangelho Eterno

       SOLO CHRISTO”, “SOLA GRATIA”, “SOLA FIDE”, “SOLA SCRIPTURA (salvação somente em Cristo, somente devido à graça de Deus, somente pela instrumentalidade da fé, somente com base na Escritura) eram os slogans com que os Reformadores do século XVI desafiaram séculos de ensinamentos religiosos que afastavam os homens de Deus impondo-lhes uma cerviz que nem eles, nem seus pais poderiam suportar. Hoje, como então, urge reiterar a toda voz esses solenes anúncios numa urgente proclamação do “evangelho eterno” que deve alcançar a todos os que “habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6).

        Por fim, vejamos as concepções divergentes entre um correto e um errôneo entendimento da justificação pela fé segundo o ensino bíblico:

A) Concepção Errada

Justificação funde-se com Santificação: Muitos têm uma concepção errônea de que justificação é apenas perdão pelos pecados passados. Uma vez convertido e tendo esses pecados perdoados, pensam, o indivíduo terá pela frente o seu aprimoramento espiritual no processo de santificação sendo essa a base de sua aceitação por Deus. O problema é que nunca poderá produzir obras perfeitas e reunir méritos que correspondam plenamente aos requisitos da lei do Senhor que é “perfeita” (Sal. 19:7; Rom. 7:12). Se espera, pois, ser aceito diante de um Deus santo com base em sua experiência de vida, nada conseguirá.

B) Concepção Bíblica Justificação produz Santificação: Na concepção bíblica, a cruz prossegue como o ponto de referência do pecador convertido. “Filhinhos . . . não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o [único] justo”  (I João 2:1). Nossas boas obras, maculadas por efeito do “pecado original”, somente são aceitas pela intercessão Daquele que praticou as obras perfeitas, já que até nossas obras de justiça são “trapos de imundície” (Isaías 64:6). Jesus qualificou-Se como representante e penhor do homem pecador não só por Sua morte expiatória, mas também por Sua vida imaculada. Sua obediência é contada como nossa, por nossa fé (Rom. 5:19).
 
 

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