58c
 
 

Examinando o que a Bíblia diz-I:



1 -  PODE ALGUÉM QUE FOI SALVO PELA GRAÇA VIR A PERDER A SALVAÇÃO?

2 - COMO EXPLICAR AS CONFLITANTES DECLARAÇÕES DE PAULO E TIAGO SOBRE LEI E GRAÇA, FÉ E OBRAS?

Vamos começar por dar resposta à segunda pergunta: O apóstolo Paulo é muito claro em dizer que a salvação é tão somente pela fé, sem qualquer mérito humano (Efés. 2: 8 e 9). O profeta Isaías já dissera que até nossas obras de justiça são meros "trapos de imundície" (Isa. 64:6). Nada que o homem faça é aceitável a Deus, cuja lei é "perfeita" (Sal. 19:7). Até nossas orações, um ato tão santo e de aproximação a Deus, só conseguem ser aprovadas pela intercessão do Espírito Santo (Rom. 8:26).
Contudo, após falar da salvação em nada dever-se a nossas obras em Efésios 2:8 e 9, Paulo acrescenta no verso 10: "Pois somos feituras dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas". Jesus também declarou: "Se me amais, guardareis os Meus mandamentos".
Enfim, para um maior aprofundamento desta questão, veja a exposição abaixo e perceberá inseridas no texto as respostas a ambas as perguntas acima:

Como não poderia deixar de ser, o tema da lei divina em confronto com o tema da graça não poderia deixar de surgir em matérias teológicas, páginas de ministérios "anti-seitas" e confronto de idéias em fóruns evangélicos.
Mas, já que prometemos tratar do assunto, temos que primeiramente levantar esta indagação pertinente:

Afinal de contas, as leis do Velho Testamento são, de fato, caducas e não mais aplicáveis aos cristãos sob o novo concerto?

A resposta é: Sim e não. Há leis que caducaram por cumprirem sua função prefigurativa, como as regras sobre ofertas de cordeiros e manjares, os sacrifícios e normas várias para sacerdotes e povo. Quando João Batista apontou a Cristo como "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29) lembrava ao povo o sentido dos muitos cordeirinhos sacrificados pelos israelitas como expiação dos pecados. Eram o antitipo do grande Tipo, Jesus Cristo.
Todavia, se há leis de caráter temporário, também as há de caráter perene, que se caducassem trariam somente o caos a nível público e privado: "Honra o teu pai e a tua mãe", "não matarás", "não furtarás", "não adulterarás". . . Esses preceitos são lembrados pelos vários autores neotestamentários como normativos aos cristãos (ver Efés. 6:1 e 2; Tiago 2:8-10).
Paulo deixa isso claro ao mostrar a validade de algumas regras e nulidade de outras para os cristãos em 1 Cor. 7:19: "A circuncisão em si nada é, e a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças [mandamentos, segundo o original grego] de Deus".
Em vista de alguns desses debates sobre o tema da lei e graça, fé e obras, sábado e domingo que temos examinado na Internet, e para expor mais didaticamente esta questão, abaixo a dividimos em tópicos expositivos:

1) Há grande necessidade entre os cristãos evangélicos de se entender melhor os conceitos de justificação e santificação. A justificação é inteiramente pela fé, e significa a obra de Deus por nós para a salvação, centralizada na cruz de Cristo; em conseqüência da aceitação desse fato, dá-se a regeneração, ou novo nascimento, iniciando-se daí o processo de santificação, que representa a obra de Deus em nós, e se trata de uma obra vitalícia de crescimento gradual e contínuo na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pedro 3:18).  Conclusão: A obediência aos mandamentos da lei divina situam-se no campo da santificação, e não da justificação.
O princípio da genuína obediência, que resume o teor de todos dos mandamentos divinos, é o amor. Assim Jesus resumiu (não substituiu) os mandamentos em a) amar a Deus sobre todas as coisas e b) amar ao próximo como a nós mesmos. Ao fazer isso está citando declarações do Velho Testamento (Mat. 22: 34-36, cf. Deut. 6:5; Levt. 19:18). Logo, sobre esse princípio moral é que se constroem os concertos, tanto o novo quanto o velho.

2) Eruditos evangélicos modernos e antigos, bem como confissões de fé históricas (inclusive os Reformadores) têm o decálogo na conta de norma válida de conduta cristã. Em suas confissões de fé eles jamais alegam que a lei divina foi abolida, substituída por uma "lei de Cristo" (supostamente menos rigorosa) nem levantam a tese de que observar esses mandamentos seria estar apegando-se à "letra da lei" em lugar de inspirar-se apenas em seu "espírito". Antes, definem as leis divinas como tendo preceitos cerimoniais, civis e morais.
Entre as declarações eruditas e credos da cristandade com essas claras posições citamos o popular Dicionário da Bíblia de John Davis, a Segunda Confissão Helvética da Igreja Reformada, de 1566; os 39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra (de 1571) em seu Artigo VII; os Artigos de Religião Irlandeses (1615); a Confissão de Fé de Westminster (1647); a Declaração de Savóia das Igrejas Congregacionais (1658); a Confissão Batista de 1688 (Filadélfia) com base na confissão de 1677 de Londres; os Artigos Metodistas de Religião (1784); o Pequeno Catecismo presbiteriano, etc.
Também em hinários de batistas, presbiterianos, congregacionais, metodistas, etc., como o Salmos e Hinos, Cantor Cristão, Harpa Cristã, podem-se encontrar hinos de louvor a Deus falando da lei de Deus como norma vigente para todos. Um desses hinos chega a dizer: "lei de Deus não muda, o Senhor ajuda quem a cumprir sem desistir. . ."

3) Muitos expositores bíblicos fazem grande confusão em púlpitos, prelos e processadores de texto quanto ao tema da lei nas epístolas paulinas por não perceberem o sentido das palavras do apóstolo ao falar negativamente sobre a lei, porém tratar dela noutros lugares em termos positivos e citar seus mandamentos como válidos. Isso de deve entender à luz dos conceitos de justificação pela fé e santificação. Vejamos estes paradoxos bíblicos:

a) Textos em que Paulo "acaba" com a lei: Rom. 3: 20-24; 5:20; 6:14, 15; 7:6; 8:3; Gál. 2:16-19; 3:10-13; 5:4; Efés. 2:7, 8; 15; Col. 2:14.
b) Textos em que Paulo confirma a validade da lei como norma de conduta para os cristãos e a exalta: Rom. 3:31; 7: 7, 14, 22; 8: 4; 13:9-10; 7:19; Gál. 5:14; Efé. 6:1, 2.

Como entender isso? A explicação é simples. Aqueles que têm a lei como fonte ou meio de salvação (a situam na área da justificação) só podem estar sob a sua maldição pois "pela lei vem o pleno conhecimento do pecado". Estes podem até vir a perder a salvação se antes tivessem se firmado na graça: "De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes" (Gál. 5:4). Deixando de confiar nos méritos de Cristo pela tentativa de incluir suas obras como meio de salvação, negam com isso sua experiência de genuína fé na obra completa, perfeita e meritória de Cristo para a salvação de todo aquele que crê. Não responderia este texto a uma das perguntas acima?
          4) A harmonia entre lei e graça é óbvia tanto no Velho quanto no Novo Testamento e pode ser ilustrada com dois episódios:
a) No Velho Testamento: Ao proclamar solenemente a lei dos dez mandamentos no Sinai Deus declarou, antes mesmo de pronunciar o primeiro dos mandamentos: "Eu sou o Senhor teu Deus que te tirei da terra do Egito" (Êxo. 20:2). Esta é uma revelação de Sua graça. Segue-se a enunciação da lei nos vs. 3 a 17.
b) No Novo Testamento: Cristo tratou a mulher apanhada em adultério apresentando-lhe primeiro Sua graça perdoadora--"Nem eu tão pouco te condeno". A seguir apresenta-lhe a lei: "vai e não peques mais" (João 8:10, 11).
Assim, a obediência aos mandamentos de Deus (obras) não contraria o princípio de justificação pela fé somente, antes é sua conseqüência, situando-se no campo da santificação. Daí a declaração do apóstolo Tiago, "A fé, se não tiver obras, por si só está morta" (Tia. 2:17).
Obs.: Como dois trilhos de uma ferrovia correm paralelamente e dão o equilíbrio necessário ao avanço da composição, assim se dá com a graça e a lei, a fé e as obras, a ação de Deus e a resposta do homem no processo de justificação, santificação, glorificação.
5) Longe de ensinar que o Novo Testamento representa um novo concerto sem a lei divina básica expressa no Velho Testamento, o autor de Hebreus mostra que aos que aceitarem os termos do Novo Concerto (ou Novo Testamento) o próprio Deus escreveria Sua lei em seus corações e as imprimiria em suas mente (Hebreus 8:10; 10:16). Em 2 Coríntios 3:1-11 Paulo compara o cristão sob o novo concerto com uma "carta, escrita em nossos corações, conhecida por todos os homens . . . escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações".
No novo concerto, firmado sobre "melhores promessas", Deus escreve a Sua lei nos corações dos que aceitarem os seus termos, tirando-a das frias tábuas de pedra para gravá-la nos corações aquecidos pela graça divina (ver Heb. 8:6). Deve-se observar que essa "lei de Deus" é a mesma que constava da promessa original dirigida aos filhos de Israel em Jeremias 31:31-33 e não outra. Fica o ônus da prova com os que negam este fato, claramente estabelecido nestes textos, além de Hebreus 10:16, que confirma: Deus escreve a Sua lei nos corações de Seus filhos sob a nova aliança.
Portanto, o tema da lei divina não é coisa do Velho Testamento. Pelo contrário, é componente fundamental do próprio Novo Testamento, por certo em seus aspectos morais, não cerimoniais.

6) Ocorre às vezes um claro equívoco quanto ao sentido dos debates de Cristo com os líderes judaicos quanto à validade de suas curas no sábado. Jesus SE DEFENDE da acusação assacada contra Ele por fariseus, saduceus (e certos evangélicos contemporâneos) de que violava o sábado esclarecendo ser LÍCITO (em harmonia com a lei) curar no sábado (Mateus 12:12). O que Cristo condenava não era a prática do sábado por eles, pois Ele próprio era um observador desse mandamento (Lucas 4:16), mas o espírito errado em que o praticavam. Por isso disse que "o sábado foi feito por causa do homem [não do judeu] e não o homem por causa do sábado" (Mar. 2:27).
Não era só o mandamento do sábado que eles pervertiam, mas também o 5o. mandamento, por exemplo (Marcos 7:8-10), e a prática do dizimar (Mat. 23:23) sobre o que Cristo também os criticou.

7) Os que ensinam que a lei dos dez mandamentos foi abolida e que agora seguimos a "lei de Cristo" (como se Cristo tivesse rompido com o Pai estabelecendo lei diferente) que traz somente 9 dos dez mandamentos da lei "antiga", "caduca", e agora tem um novo conceito de observância do dia de repouso com a adoção de um novo "dia do Senhor", só conseguem oferecer uma pobre argumentação sobre as justificativas bíblicas para observância do domingo, diante das origens pagãs desse dia espúrio e da falta de embasamento bíblico para tal prática.
Os textos geralmente citados em defesa da observância do domingo (segundo enumeração de material do CACP -- Centro Apologético Cristão de Pesquisa) são:
- "Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana (no Domingo)" (Mar.16:9).
- No Domingo Jesus apareceu para os seus discípulos (Mar.16:14).
- No Domingo, Ele os encontrou em diferentes lugares e em repetidas vezes (Mar.16:1-11; Mat.28:8-10; Luc.24:34; Mar.16:12-13; João 20:19-23).
- No Domingo Jesus os abençoou (João 20:19).
- No Domingo Jesus repartiu sobre eles o Espírito Santo (João 20:22).
- Aqui Ele primeiro comissionou para pregarem o evangelho a todo o mundo (João 20:21 e Mar.16:9-15).
- O Domingo tornou-se o dia de alegria e regozijo para os discípulos (João 20:20).
[Adicionalmente, o argumento de que o Pentecoste ocorreu num domingo (Atos 2:1ss)].

Vamos analisar rapidamente estas passagens:

A Ressurreição no Primeiro Dia da Semana

 Os textos dos evangelhos falam apenas que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana e apareceu aos discípulos que nem sabiam do evento. Estavam "reunidos, com medo dos judeus" (João 20:19) naquele dia, e não celebrando o dia da ressurreição.
É, porém, significativo que Lucas, escrevendo uns 30 a 40 anos após o episódio, relata que  as mulheres que preparavam ungüentos e bálsamos para o corpo de Cristo "no sábado descansaram, SEGUNDO O MANDAMENTO" (Lucas 23:56). Ele não diz nada de ser "o velho mandamento", "o sábado da lei ultrapassada" ou coisa que o valha. Então, para Lucas, três a quatro décadas depois da Ressurreição, o sábado era o dia a ser observado "segundo o mandamento".
Também é significativo que em Apoc. 1:10, João se refere ao "dia do Senhor", que alguns dizem tratar-se do domingo. Contudo, o mesmo autor bíblico ao escrever o seu evangelho, pela mesma época, se refere ao dia da Ressurreição como simplesmente "primeiro dia da semana", sem qualquer designação especial (ver textos citados acima). Tampouco o critério para estabelecer princípios da lei divina é alguma "série de acontecimentos" num determinado dia, pois não há a mínima indicação de que tais acontecimentos fizeram com que a lei de Deus fosse por isso alterada por um claro "assim diz o Senhor".
O único dia reconhecido nas Escrituras com a designação especial de "Dia do Senhor" é o sábado: Êxo. 20:11; Isa. 58:13; Mat. 12:8.

A reunião no "sábado à noite":

Em Atos 20:7 lemos que Paulo teve uma reunião de despedida "no primeiro dia da semana" que, no entanto, era o que consideramos "sábado à noite", pois o dia para os judeus se inicia no pôr do sol. Prova disso é que a tradução bíblica "A Bíblia na Linguagem de Hoje", da Sociedade Bíblica do Brasil assim interpretou o fato chamando aquele dia de "sábado à noite". No contexto percebe-se que o partir do pão era meramente uma refeição regular (Atos 2:46) e não o rito da Santa Ceia. Ademais, Paulo passou a manhã de domingo seguinte viajando, em lugar de ficar para a "escola dominical". . .

As coletas a serem feitas em casa, não na igreja:

Em 1 Cor. 16:2 há referência a uma instrução de Paulo de que os cristãos reunissem recursos para ajudar os pobres de Jerusalém, no primeiro dia da semana. Mas pelo original grego isso devia ser feito "em casa" (par hauto), não na igreja. Também o fato de que isso foi escrito pelo ano 55 a 57 AD é significativo. Não se dá ao dia nenhum título especial de "dia do Senhor", meramente "primeiro dia da semana".

É verdade que há documentos dos Pais da Igreja que falam da adoção do domingo em lugar do sábado pelos cristãos. Eusébio, por exemplo, contemporâneo, amigo e apologista do Imperador Romano Constantino, declarou: "Todas as coisas que era dever fazer no sábado, estas nós as transferimos para o dia do Senhor" -- Commentary on the Psalms. Como, entretanto, não há registro bíblico de tal fato, sendo esta a tese da "tradição" católica, é de se lamentar que os evangélicos não se apercebam do engano e não atentem às palavras de Paulo em Atos 20:29, 30: "Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles"
Então, está explicado de onde derivou esta observância espúria do dia de repouso cristão.

       Concluindo nossas reflexões, no que tange às questões históricas relativas à observância do domingo, posteriormente adotada pelos cristãos, lembremo-nos da profecia de Paulo em Atos 20:39, 30: "Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles". Por aí vemos que a apostasia da religião cristã começou bem cedo, sobretudo quando mais tarde Paulo indica que "o mistério da iniqüidade já opera" (2 Tess. 2:7) e João se queixa que os cristãos de Éfeso haviam abandonado o "primeiro amor" e a "prática das primeiras obras" (Apoc. 2:4,5). Aos crentes de Esmirna ele menciona os que são "da sinagoga de Satanás" atuando em seu meio (vs. 9), para Pérgamo menciona "os que sustentam a doutrina de Balaão" (vs. 14), e a Tiatira condena o tolerarem que uma "Jezabel . . . falsa profetisa" seduzisse a muitos com doutrinas pervertidas (vs. 20), e assim por diante.
       O erudito Dr. Samuele Bacchiocchi fez profunda pesquisa sobre o tema das razões da mudança da observância do sábado para o domingo ao ser o primeiro (e aparentemente único) não-católico  a seguir um programa de doutoramento na Pontifícia Universidade Gregoriana, do Vaticano. Ele produziu sua tese doutoral sobre o tema intitulada Do Sábado Para o Domingo que chegou a ser publicada pela gráfica da instituição, com o devido "Imprimatur" da Igreja Católica.
No seu livro o Dr. Bacchiocchi demonstra como, devido à influência do anti-semitismo, sobretudo sob o imperador romano Adriano pelo ano 130 AD, os cristãos foram adotando gradualmente o "venerabili dies solis" do paganismo romano para substituir o sábado. Não queriam ser confundidos com os judeus e por isso foram trocando o dia pouco a pouco, sendo esta a verdadeira origem da observância do domingo.
Ninguém fez pesquisa melhor, mais completa, mais realista, dentro do próprio ambiente de documentação indesmentível e inédita da biblioteca vaticana. Vale a pena conhecer os resultados de sua pesquisa, que fez com que até merecesse uma medalha de ouro da parte do Papa Paulo VI pela qualidade de seu trabalho acadêmico. Trata-se da medalha que todos os alunos que se destacam recebem. Bacchiocchi a recebeu, provando o erro da Igreja Católica em adotar a guarda do domingo, em lugar do sábado do sétimo dia. Como se explica isso?
Por que um erudito adventista do sétimo dia foi enfiar-se por cinco anos dentro da mais importante universidade católica do mundo? Só há uma explicação: o anseio pela verdade e uma porta que Deus lhe abriu para esse mister. À semelhança de Mardoqueu, José no Egito, Daniel, Neemias e tantos outros heróis bíblicos que atuaram dentro do sistema do erro para fazer refulgir a verdade e defender os melhores interesses do povo de Deus, Bacchiocchi, o primeiro e único não-católico a valer-se do privilégio, demonstra pela Bíblia e pela história o fato bíblico de que o sábado do sétimo dia é o "dia do Senhor" e não há outro.
Os que desejarem mais material a respeito das pesquisas do Dr. Bacchiocchi basta manifestar o interesse e mandamos vários artigos onde isso é exposto em maiores detalhes.
 


Se desejar se comunicar com o autor, mande um e-mail para o link em baixo:

Professor Azenilto G. Brito
Ministério Sola Scriptura profazenilto@hotmail.com

*************************** 

Outras Opções


profazenilto@hotmail.com



Clique aqui para ir para a página do Prof. Azenilto ARTES CULINARIAS

  Clique aqui para para ir para a página de Historietas-Didaticas"

Clique aqui para ver artigos sobre Os"DEBATES CATÓLICOS"

Clique aqui para ver artigos sobre as "DOUTRINAS CATÓLICAS"

 Clique aqui para ver artigos sobre  SÁBADO OU DOMINGO

 Click aqui para ver artigos sobre a "Imortalidade"

 Click aqui para ler sobre as leis dietéticas

 Click aqui para ver artigos sobre as divisões das leis

 Clique aqui para voltar aos outros artigos

 Clique aqui para ir para os Artigos Numerados

 Clique aqui para ir para a página de livros.

 Ministerio Sola Scriptura