10 Sérias Dificuldades Para os Defensores do Domingo ou do Dianenhumismo/Diaqualquerismo/Tododiaísmo

1 - Jesus disse que “o sábado foi feito por causa do homem” sem dar a entender que era instituição provisória, que devia cessar em alguma ocasião. E também não disse ser só para os judeus, e sim para o homem universal (anthropós), que é o mesmo homem-anthropós que deixa o seu pai e a sua mãe e une-se a sua mulher (Mat. 19:5, 6). Logicamente o casamento não foi instituído só para o homem judeu. Como fica com isso essa noção de fim do princípio do sábado para os cristãos?

2 - Se no Novo Testamento consta a total abolição do princípio de um dia de repouso regular, semanal, por que teria Deus mudado de idéia quanto aos benefícios de os homens terem um dia por semana para o seu descanso físico, mental e espiritual e um tempo especial para consagrar-Lhe, ficando daí sujeitos ao risco de trabalharem sem parar todos os dias até o esgotamento físico, mental e espiritual? Afinal, a idéia de o sábado ter sido estabelecido “por causa do homem” demonstrou-se má e negativa, quando há até  estudos científicos que demonstram que o princípio de seis dias de trabalho e um de descanso é plenamente compatível com o biorritmo do organismo humano?

3 - As mais representativas confissões de fé das Igrejas-mãe, das quais tantas outras derivaram (como a Confissão de Fé de Westminster, a Confissão Batista de New Hampshire e mesmo as atualíssimas “Declarações Doutrinárias”, tanto da Convenção Batista Nacional quanto da Convenção Batista Brasileira, respectivamente no tópico XV, “Do Sábado Cristão” e X, “O Dia do Senhor” (ver www2.cbn.org.br/INTManual_p1b.asp e  www.batistas.org.br) claramente confirmam a posição de ser o sábado um mandamento moral, derivado do Éden, para todos os homens, em todos os tempos, bem como o fazem importantes mestres e instrutores desse meio. O fato de reinterpretarem tal princípio aplicando-o ao domingo não diminui a força de estabelecerem o 4o. mandamento como válido e vigente para os cristãos, o que é muito diferente do ambíguo dianenhumismo/diaqualquerismo/tododiaísmo que tem caracterizado o mundo evangélico com a prédica dos teólogos novidadeiros do neo-antinomismo dispensacionalista desde fins do século XIX e início do século XX. Como justificam a mudança radical de mentalidade quanto ao tema do dia de repouso com relação ao pensamento histórico da cristandade protestante?

4 -Os evangélicos não sabem definir onde a Bíblia estabelece que o dia de repouso na era cristã deva ser observado atualmente de modo mais “user friendly”, nele se podendo comprar, vender, ver o futebol na TV, ir ao cinema, teatro, etc., tendo praticamente a única diferença de ser o dia em que se fica mais tempo nas reuniões da Igreja. Que base bíblica têm para defender essa mudança na dedicação de um dia ao Senhor?

5 - Os evangélicos não sabem definir por que esse suposto sábado cristão deve ser considerado segundo a contagem de tempo romana, de meia-noite a meia-noite, e não mais segundo a contagem judaica, quando os próprios textos que tratam do primeiro dia da semana no Novo Testamento utilizam a contagem judaica, e não a romana (literalmente mía twn sabbatwn, o primeiro relativo ao sábado). Que base bíblica têm para defender essa mudança?

6 - É interessante que as principais reuniões de culto, louvor, pregação, apelos ao altar nas igrejas evangélicas, ocorrem nos encontros domingos à noite que, segundo a contagem bíblica de tempo, já é a segunda-feira, não mais o domingo! Como justificam isso, pelo menos aqueles que ainda defendem que o domingo é um dia especial a dedicar ao Senhor, o “memorial da Ressurreição”, como também o problema de homens interferirem no tempo regular de dedicação de um dia ao Senhor ao mudarem em uma hora a seqüência do tempo, dado o “horário de verão”?
 
7 - Saberiam os evangélicos definir onde é dito que na passagem do Velho para o Novo Concerto, quando Deus escreve o que é chamado de “Minhas leis” nos corações e mentes dos que aceitam os termos de Seu Novo Concerto [Novo Testamento], Ele

- deixa de fora o 4o. mandamento do Decálogo (Textos básicos: Hebreus 8:6-10; 10:16; Jeremias 31:31-33 e Ezequiel 36:26, 27)?

8 -Saberiam os evangélicos definir onde é dito que na passagem do Velho para o Novo Concerto, quando Deus escreve o que é chamado de “Minhas leis” nos corações e mentes dos que aceitam os termos de Seu Novo Concerto [Novo Testamento], Ele

- mantém o 4o. mandamento, mas transferindo a santidade do sábado para o domingo (Textos básicos: Hebreus 8:6-10; 10:16; Jeremias 31:31-33 e Ezequiel 36:26, 27)?

9 -Saberiam os evangélicos definir onde é dito que na passagem do Velho para o Novo Concerto, quando Deus escreve o que é chamado de “Minhas leis” nos corações e mentes dos que aceitam os termos de Seu Novo Concerto [Novo Testamento], Ele

 - deixa a questão do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, segundo as conveniências de cada um, ou de seu empregador (Textos básicos: Hebreus 8:6-10; 10:16; Jeremias 31:31-33 e Ezequiel 36:26, 27)?

10 - Sendo que a promessa bíblica dos Novos Céus e uma Nova Terra, quando não mais haverá pecado nem pecadores, é de que o sábado continuará a ser observado pelos remidos eternamente, por que já agora não dedicaremos ao Senhor o Seu santo dia, como Ele próprio estabeleceu em Sua lei, que não foi anulada pela fé, e sim confirmada (Rom. 3:31)?
 

 

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