É o Sábado um “Sinal de Deus” Só Para os Judeus?
 
 

      O sábado é citado claramente como “sinal” entre Deus e Seu povo em Êxodo 31:17:

Êxodo 31:17:
17 Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério”.

       Isto é confimado séculos depois pelo profeta Ezequiel no vs 20:20?

“  ”
Ezequiel 20:20:
 20  “E santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus”.

Sinal Restrito a Israel?

       Mas, não indica o texto que esse sinal é entre Deus e Israel? Sim, Deus estabeleceu o Seu pacto com Israel, mas por que se deu isso?  Por que o pacto divino não foi estabelecido com os egípcios, babilônios, assírios, fenícios? Quem quer que saiba responder tal pergunta já terá meio caminho andado para entender a questão toda.

       Neste contexto seria interessante destacar que a “Declaração Doutrinária” dos batistas da Convenção Batista Nacional, cita Êxodo 31:14-18 entre as notas de rodapé do texto do tópico XV, sobre o dia de repouso, confirmando que o mandamento que trata do dia de repouso, a ser dedicado a Deus integralmente, é o “sinal” entre Deus e Seu povo. Faz todo o sentido porque ateus, materialistas e religiosos comodistas não se caracterizam como os que dedicam um tempo especial a Deus de um dia completo, ou o fazem ajustando-o a suas conveniências. . .

Êxodo 31:14-18
14 “Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente será morto; porque qualquer que nele fizer algum trabalho, aquela alma será exterminada do meio do seu povo.
15 Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o sábado de descanso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente será morto.
16 Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. ,
17 Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério.
18 E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.

       Contudo, teria o sábado o objetivo de servir somente de “sinal” entre Deus e o povo de Israel? Em que base se alega isso? O refencial do sábado é mui claramente o ato divino de criar os céus e a Terra, “em seis dias”. E “descansou [Deus] no sétimo dia . . . e o santificou”.
       Acaso criou Deus o mundo só para os judeus?

       O salmista Davi declarou em linguagem que certamente tem caráter universal no Salmo 111:2-4

Salmo 111:2-4
2 “Grandes são as obras do Senhor, e para serem estudadas por todos os que nelas se comprazem.
3 Glória e majestade há em sua obra; e a sua justiça permanece para sempre.
4 Ele fez memoráveis as suas maravilhas; compassivo e misericordioso é o Senhor.”
 
 

Um Comentário de Moisés Anularia o “Assim Diz o Senhor” na Outorga da lei Moral?

Moisés fez um comentário à parte ao repetir a lei ao povo em Deuteronômio 5:15, com respeito ao sábado:

Deuteronômio 5:15
15 “Lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado”.

       O objetivo de tais palavras não é substituir o referencial do mandamento, pois a base [o original] da lei é o que Deus proferiu solenemente aos ouvidos do povo no  Sinai, como registrado em Êxodo 20, não o comentário posterior de Moisés. A propósito, a palavra “deuteronômio” quer dizer “repetição da lei”. Ademais a saída do Egito não se aplica somente ao sábado, como ao Decálogo inteiro. No vs. 2 de Êxodo 20, como prefácio do próprio Decálogo, lemos:

 Êxodo 20:2
20 “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão”.

Em seguida são proclamados todos os Dez Mandamentos.

       Se devemos tomar literalmente tais palavras, que diremos dos netos, bisnetos, tataranetos dos que seguiam a jornada rumo a Canaã, que não saíram do Egito? Também os “estrangeiros”, aos quais mais tarde se aplicaria o sábado ao aceitarem os termos do pacto divino com Israel (ver Isa. 56:2-7), não deixaram aquela terra de servidão.

 Isa. 56:2-7
2 “Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto: que se abstém de profanar o sábado, e guarda a sua mão de cometer o mal.
3 E não fale o estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca.
4 Pois assim diz o Senhor a respeito dos eunucos que guardam os meus sábados, e escolhem as coisas que me agradam, e abraçam o meu pacto:
5 Dar-lhes-ei na minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.
6 E aos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto,
7 sim, a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

       Moisés no seu comentário do princípio do sábado em Deuteronomio 5:15 mostra ao povo de Israel o grande privilégio que desfrutava, pois na escravidão egípcia não tinham a oportunidade de descansar e adorar a Seu Deus em cada sétimo dia. Isso contém um magnífico simbolismo para o cristão. Aquele que foi libertado da escravidão do pecado irá adorar genuinamente a Deus, sendo-Lhe um servo obediente a todos os Seus mandamentos, e dedicando-Lhe cada sétimo dia, como determinado no  4o. mandamento da Sua “lei moral”. Afinal de contas, a profecia a respeito do Messias diz que Ele viria libertar o Seu povo “DOS seus pecados”, não “COM os seus pecados” (ver Mat. 1:21). E a definição bíblica de pecado a temos em 1 João 3:4: “Pecado é a transgresssão da lei”.
Posição Cristã Histórica das Origens Edênicas do Sábado

 Deuteronomio 5:15
15 “Lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado.”

Mat. 1:21
21 “ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.”

1 João 3:4:
4 “Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?”

       Que o sábado é preceito derivado da criação do mundo sempre foi o pensamento dominante dos mais importantes pioneiros denominacionais e grandes instrutores bíblicos, como Lutero, Calvino, Wesley, Spurgeon, John Davis, Jamieson, Fausset e Brown, Keil e Delitszch, e documentos confessionais protestantes históricos, como a Confissão de Fé de Westminster ou a Confissão de Fé Batista de 1689, e a de 1855, ou as modernas Declarações Doutrinárias dos batistas em nosso tempo (como da CBB e CBN). É verdade que reinterpretam o mandamento para agora aplicá-lo ao domingo, no que estão equivocados. Mas essa já é outra discussão. O importante é a clara visão deles das origens edênicas do sábado e Seu carácter de mandamento moral, integrante da “lei de Deus” expressa no Decálogo, que segue sendo normativo aos cristãos.

       Isto está em harmonia com as palavras de Cristo em Seus debates com a liderança judaica:
 

“O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mar. 2:27). O sentido de tais palavras não só confirma as origens edênicas do sábado, como é um corretivo à forma de observá-lo em Seu devido espírito. O teor dos debates de Cristo quanto ao sábado com os líderes judaicos não era sobre SE era para ser observado, nem QUANDO fazê-lo, e sim COMO dedicar o dia devidamente ao Senhor, sem os extremismos e distorções daqueles religiosos. Eles corrompiam o sentido de muitas coisas da divina lei, inclusive do 5o..mandamento e do sentido do princípio do dizimar (Mar. 7:9-12 e Mat. 23:23).

Mar. 2:27
27  “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”
 

Mar. 7:9-12
9 “Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de Deus, para guardardes a vossa tradição.
10 Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá.
11 Mas vós dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor,
12 não mais lhe permitis fazer coisa alguma por seu pai ou por sua mãe,”

Mat. 23:23.
23 “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.”

Características do Selo de Deus e a  Pregação Mundial

       Um selo imperial traz três coisas: o nome do legislador, a Sua função e o território sobre o qual tem jurisdição. Por exemplo, Júlio César [nome], Imperador [posição que ocupa] de Roma [território sobre o qual comanda]. No mandamento do sábado encontramos essas três características: o nome do Legislador—Deus, a Seu “função”—Criador, e o território sobre que exerce o Seu domínio—o céu, a Terra, o mar e as fontes das águas:

       “. . . mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou”.

       Em Apocalipse capítulo 14 temos uma mensagem centralizada na genuína adoração a Deus como “Aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes das águas” em contraste com a denúncia da falsa adoração. Comparemos agora a linguagem de Apo. 14:6 e 7 com Êxo. 20:11 para ter uma importante descoberta:

       “E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Apo. 14:6, 7).

       “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou” (Êxo. 20:11).

       Ambos os textos estão em indiscutível paralelo. A revista Christianity Today refiriu-se no  passado ao preceito do dia de repouso como “o mais negligenciado” dentre todos do Decálogo. Pois é nele onde exatamente ocorre o “Memorial da Criação”. E o Criador e Sua criação são a ênfase nessa mensagem final de advertência.

       Logo, a pregação final do “evangelho eterno” se preocupa em despertar o mundo a esse aspecto da genuína adoração a Deus como Criador de obras “memoráveis”, um aspecto da mensagem cristã distorcido pela Igreja dominante na Idade Média, que a Reforma Protestante falhou de corrigir. O resultado disso se pode ver hoje com tantos religiosos católicos e protestantes aderindo a noções modernistas de evolução da especie, o que contradiz o ensino básico das Escrituras sobre o chamado “trinômio basilar da  fé cristã”—Criação-Queda-Redenção.
 
 

Teria o Espírito Santo Substituído o Selo de Deus?

       Há quem alegue que no Novo Testamento o “selo”, ou “sinal” entre Deus e Seu povo passou a ser o Espírito Santo. Cita-se como prova Efésios 1:13:

Efésios 1:13:
13  “no qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa”.

       Primeiramente, seja observado que Romanos 4:11 indica que “selo” e “sinal” são sinônimos—“[Abraão] recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé”. Em segundo lugar, não há razão para qualquer mudança no  sentido do “selo” ou “sinal” de Deus no Novo Testamento, posto que o referencial inicial de tal selo tem que ver com o Criador, e o sábado ainda se mantém como “memorial da criação”. Até  na Terra feita nova os remidos para sempre dedicarão esse dia a Deus (Isa. 66:22, 23).

Romanos 4:11
11 “E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé que teve quando ainda não era circuncidado, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles na incircuncisão, a fim de que a justiça lhes seja imputada,”

Isa. 66:22, 23
22 “Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome.
23 E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.”

       Note-se que no texto de Efésios nem é usado o substantivo “selo”, mas o verbo “selar”. Assim, não se pode dizer que o “selo” é o Espírito Santo. Deve ser algo mais, que pesquisando nas Escrituras descobrimos. Ademais, quando somos selados com o Espírito Santo, um dos frutos disso é que “a justa exigência da lei” se cumpre “em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito”(Rom. 8:3, 4).

Evidentemente isso se dá porque uma das funções desse “selamento” é a escrita das leis de Deus nos corações e mentes dos filhos de Deus, segundo a promessa do Novo Pacto [Novo Testamento] (Heb. 8:6-10). E é exatamente no coração dessa lei que se encontra o sábado, que, como temos visto, constitui realmente o selo entre Deus e o Seu povo, tanto o Israel nacional, como o Israel expandido do novo pacto, formado por todos os que, pela fé, são descendentes de Abraão (Gál. 3:7, 29).

Heb. 8:6-10
6 “Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas.
7 Pois, se aquele primeiro fora sem defeito, nunca se teria buscado lugar para o segundo.
8 Porque repreendendo-os, diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto.
9 Não segundo o pacto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois não permaneceram naquele meu pacto, e eu para eles não atentei, diz o Senhor.
10 Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo;”

Gál. 3:7, 29
7 “Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão.
29 E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.”

       Tanto Jesus em João 6:27 como Paulo em 2 Timóteo 2:19 usam “selo” como referência àqueles que pertencem a Deus. Seja observado ainda que em Apocalipse 7:2 e 3 é dito que os anjos aplicam o selo de Deus aos Seus servos antes do confronto final entre as forças do bem e do mal. Não é dito que tal selo seja o Espírito Santo. De fato, como podem seres criados, como são os anjos, atribuir o Espírito Santo às pessoas? Somente Deus é capaz de realizar tal tarefa.
 

 João 6:27
27 “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo.”

2 Timóteo 2:19
19 “Todavia o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os seus, e: Aparte-se da injustiça todo aquele que profere o nome do Senhor.”

Apocalipse 7:2 e 3
2 “E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar,
3 dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus.”
 
 

O Papel do Sábado na Prevenção da Teoría Evolucionista

A teoria da evolução surgiu no seio da intelectualidade ocidental para negar esse Criador e Sua obra de criação com desígnio. O quarto mandamento da divina lei, a observância do sábado, serve como uma refutação às idéias de evolução das espécies, de suposta comprovação científica, o que não é verdade como inúmeros pesquisadores sérios, que não venderam a alma para o ‘sistema’, o têm demonstrado. Contudo, além de desprezar o mandamento que constitui uma contrafação a esse engano sutil, o líder máximo da Igreja Católica em ano recente fez declaração oficial de reconhecimento da teoria da evolução como fato comprovado!

Sendo assim, a Igreja Católica associa-se aos que defendem a patética idéia de que o homem não foi criado especialmente por Deus para tê-lo como um ser feito “à sua imagem e semelhança”, como descrito no Gênesis (1:26), mas derivou de uma evolução de milhões de anos em múltiplas eras, a partir de uma ameba numa poça dágua barrenta, passando por estágios de bestas irracionais, matando e morrendo em carnificinas colossais até destacar-se como um ser superior que, após outras tantas eras de vida sub-humana, desenvolveu-se tardiamente como homo sapiens, chegando, enfim, à crença num Ser divino originador de tudo.

Gênesis 1:26
6 “E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.”

Em lugar do quadro bíblico de que “Deus fez  o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” (Ecl. 7:29), crê oficialmente a Igreja Católica o contrário disso, como advogam intelectuais e cientistas de vários campos de pesquisa quanto ao evolucionismo, fonte de descrença, agnosticismo e todo tipo de visão materialista que se possa imaginar. Destarte, a Igreja Católica preferiu acatar as teorias dos negadores da criação especial com desígnio, preferindo adotar as teses discutíveis e disputadas dos pregadores da mentira de não ser o homem senão mero animal que por algum feliz acidente desenvolveu-se mentalmente para poder aspirar ao domínio dos demais seres que não tiveram idêntica sorte.

Paulo profetizou que “haverá  tempo em que não suportarão  a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres, segundo as suas primeiras cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Tim. 4:3, 4).  Isso ele disse após recomendar a seu discípulo Timóteo: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (vs. 2).

Tivessem os cristãos sempre mantido o memorial da criação, honrando o mandamento do sábado que ressalta a figura desse Criador, não teríamos mergulhado na condição de generalizada descrença, indiferença às coisas do Alto e despreparo para a eternidade que se tem observado na maior parte do mundo ocidental, o que, lamentavelmente, inclui boa parte da cristandade.
 
 

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