DEBATE RAMALHETE 02
Prof. Azenilto G Brito

        A demora do Prof. Ramalhete em responder a nossa última contribuição para este estudo conjunto (prefiro considerar esse intercâmbio de ponderações teológico-históricas nesta base) levou minha esposa a dirigir-lhe uma rápida mensagem perguntando se havia desistido de debater os assuntos propostos. Ele respondeu de imediato explicando basicamente o que coloca na introdução de sua última mensagem do yahoo-groups, mas disse que não havia antecipado que eu iria responder a todos os seus questionamentos de uma vez. Isso significa que há a possibilidade de dar as respostas “à prestação”, o que me seria preferível diante do “calhamaço” que ele mandou em reação a meu estudo.
        Assim, vou dividir meu “feedback” em segmentos, sendo este o primeiro. Espero, porém, que o intervalo entre um e outro seja de poucos dias, quando muito de uma semana. Assim eu poderei abranger mais demoradamente os vários itens que o Prof. Ramalhete apresenta, especialmente reiterando alguns que ele parece não ter considerado relevantes quando eu os considero de fato importantíssimos para esclarecer certos pontos polêmicos.
        A despeito de sua evidente importância, o professor passou meio rápido demais por alguns desses pontos, demorando-se bastante noutros em que talvez se sentisse mais “confortável” para aplicar sua argumentação dentro de uma lógica e raciocínios realmente aristotélicos. Então, vamos voltar à carga em alguns desses pontos esperando um exame mais detido de coisas que realmente merecem melhor tratamento.
        Agora, no que respeita novamente à resposta do Prof. Ramalhete à mensagem da Clélia, ele a conclui de um modo que me pareceu intrigante. Atentem a suas palavras de encerramento da mensagem:

“Afinal, é melhor um debate lente e de alto nível que um bate-boca, não? []s, seu irmão em Cristo, Carlos”

        Bem, o que há de especial nisso? Concordo plenamente com o “debate lente e de alto nível”. O problema, por incrível que pareça, está no “seu irmão em Cristo”. Por quê? É que lendo outros textos do mesmo Prof. Ramalhete em sua homepage, não me parece que ele realmente demonstre disposição em expressar sentimentos tão fraternos para quem não acate suas opiniões no campo religioso. Vejam a seguir, por exemplo, alguns pensamentos relevantes de sua exposição sobre “ecumenismo”, onde busca esclarecer o seu público católico sobre o real sentido dessa propalada campanha para união das igrejas cristãs sob uma só orientação.
        O objetivo do ecumenismo, na visão do Prof. Ramalhete, é tão-só levar “todo católico a unir-se” no esforço organizado de “conversão dos hereges e cismáticos, buscando trazê-los de volta à Igreja, fora da qual não há Salvação”.  E os “hereges” e “cismáticos” por ele referidos são TODOS os evangélicos, ortodoxos, espíritas, seguidores de religiões orientais. Em outras palavras, todos quantos não rezem pela cartilha do catolicismo romano, destacando noutro texto o padrão de catolicismo que imagina ser o ideal.
        A certa altura de seu texto, cheio de generalizações injustas e deturpação dos fatos quanto ao ambiente evangélico (tomando repetidamente a parte pelo todo), ele diz que “todo católico [deve] buscar trazer à Igreja este pobre protestante, para que, tendo acesso aos Sacramentos e à Verdade, possa evitar as chamas eternas do Inferno”.  E ainda diz que num país como o Brasil, onde o contato com a fé católica é inevitável, não há escusas para os que rejeitam a religião da maioria católica. Desculpem, mas vão mesmo para o inferno por estarem cercados de “igrejas  verdadeiras” e ainda preferirem cultuar a Deus em templos que não ensinam as verdades católicas, com pastores que só sabem ensinar heresias, com raros lampejos das verdades confiadas tão-só à Igreja Romana. E coitadinhos daqueles católicos que ousaram tornar-se protestantes! Esses vão inapelavelmente para os “quintos”, seja lá o que isso signifique (talvez o calor por lá seja cinco vezes mais forte do que a temperatura regular do Geena). . .
        Noutro texto de sua lavra, Ramalhete persiste em suas implacáveis opiniões: “O protestantismo, do qual o adventismo do sétimo dia é um ramo, é uma heresia perigosíssima, exatamente por conter parcelas de Verdade relativamente grandes em meio a seu erro. O que seria mais perigoso, uma garrafa preta com uma caveira e dois ossos cruzados escrito 'veneno' ou um prato de comida cheirosa e gostosa lotado de um veneno sem cheiro e sem gosto? O protestantismo é este prato. Fala-se de Jesus e se Lhe desobedece. Fala-se de Salvação e praticamente se impede que ela ocorra. Fala-se de Verdade e o que vale são as opiniões pessoais de cada leitor da bíblia protestante (de que foram arrancados sete livros. . .)”.
        Ele se queixa de alguns de meus “correligionários” que não foram nada corteses para com ele. Não sou líder de nenhum partido político ou organização religiosa, assim não sei em que sentido eu poderia ter “correligionários”. Seja como for, quem sabe esse tratamento pouco diplomático de que reclama não seria reação do tipo de linguagem talibanesca que emprega contra os opositores. Sinceramente, tal linguagem cheira a fumaça de certas fogueiras medievais! Há uma lei da Física bem conhecida, segundo a qual “toda ação causa uma reação igual e contrária”. Isso poderia explicar (mas não justificar) as mensagens malcriadas que lhe têm sido dirigidas, que, sem dúvida, são lamentáveis e reprováveis.
        Voltando, porém, a sua visão do fim que aguarda os que não são de sua fé, a gente só pode ficar intrigado em ele tratar como “irmão em Cristo” alguém de destino tão desesperadamente inescapável. . .
        Ah, sim, é verdade, há sempre a possibilidade de escapulirmos do fogo e enxofre infindáveis se houver abandono dos ensinos bíblicos de que “não salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens [o de Jesus], pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12). Destarte, sendo que eu poderia convencer-me de sua propaganda em favor de salvação por pertencer a sua igreja e praticar boas obras (ao arrepio do que Paulo ensina em Romanos, Gálatas, Efésios--que a salvação é unicamente pela fé em Cristo, sem a mínima proporção de nossas contaminadas obras humanas) restar-me-ia ainda alguma esperança de terminar no céu, no final de contas. E, se me comportar direitinho, também dentro de sua versão de catolicismo “sagrado”, do rito tridentino, poderei alcançar o céu sem passar um só dia no purgatório!
        Digo o que disse na última sentença porque há também outro texto do Prof. Ramalhete em que ele faz uma interessante comparação dos “carismáticos” americanos com os “carismáticos” brasileiros, estes últimos sendo preferíveis, se bem que ainda longes do ideal. Mas se mantidos “sob controle” até farão algum bem à Igreja, etc. Se não acreditam, vão lá ver na sua homepage, sessão em inglês, que eu traduzo, em parte, abaixo. Observem que as aspas em “carismáticos” indica menosprezo, como quem diz, “os assim chamados”. . .

Palavras do Prof. Carlos Ramalhete (traduzidas do inglês):

        Nossa hierarquia aqui está contaminada pela heresia chamada “Teologia da Libertação” (TL, para resumir), que poderia ser explicada como uma espécie de marxismo disfarçado com vocabulário cristão. . . .
        Quando os primeiros “carismáticos” chegaram, a hierarquia decidiu combatê-los com as armas que Roma empregava para combater a TL: uma obrigação de estudar a Doutrina da Igreja, proibição de práticas protestantes (como leigos impondo as mãos, falando em línguas, etc.), imposição de um vocabulário ortodoxo. . . . O que ocorreu?
        A “renovação carismática” brasileira tornou-se quase ortodoxa, e com os seus erros sob controle pela hierarquia, são os que estão a combater (e vencendo o combate!!!) a TL. Os “carismáticos” (que não têm muito a ver com seus correspondentes americanos—um jovem “carismático” me disse certa vez que entrou numa lista “carismática católica” americana e a deixou horrorizado dois dias depois; não tinha nada de católica, disse ele) . . . são os que estão orando o Rosário todo dia, confrontando maus bispos e maus sacerdotes, pregando sobre o valor da castidade, que estão, de fato, ajudando a igreja a voltar para os trilhos. . . .
        Eles ainda têm muitos problemas, que estão começando a ser defrontados: geralmente têm uma liturgia terrível (o Cardeal do Rio puniu três padres “carismáticos” uma semana atrás por causa de alguns abusos que estavam cometendo e a maior parte dos “carismáticos” que eu conheço lhe deram apoio), eles tendem a orar num estilo protestante
        Uma coisa que ajudou talvez seja o fato de que a feitiçaria africana é muito comum no Brasil, e todos aqui sabem que uma forma rápida de alguém ser possesso pelo diabo é tentar pronunciar-se em “línguas”, enquanto outra pessoa impõe as mãos sobre a pessoa. Meu pastor é um converso da feitiçaria africana, e quando os primeiros “carismáticos” chegaram aqui ele disse: “Vou ficar de olho em vocês; eu sei muito bem como essa coisa de impor as mãos acontece, e não vou permitir isso aqui!” - e ele não é uma exceção, em absoluto.
Eles ainda têm muitos problemas, que estão começando a ser defrontados: geralmente têm uma liturgia terrível (o Cardeal do Rio puniu três padres “carismáticos” uma semana atrás por causa de alguns abusos que estavam cometendo e a maior parte dos “carismáticos” que eu conheço lhe deram apoio), eles tendem a orar num estilo protestante (como seja, “multiplicando suas palavras”, como Nosso Senhor nos disse para ***não*** fazermos). . .
        Mas num país onde não há Missas de Indulto, onde a Missa Tridentina não pode ser encontrada (exceto em Campos, uma fortaleza do SSPX), os “carismáticos” são os que estão batalhando pelo latim, que desejam ter uma liturgia que seja obviamente sagrada, etc. Nossos “carismáticos” (que, repito, nada tem a vez com os americanos) estão no lado bom do combate aqui. Quando finalmente tivermos a Missa Tridentina de volta, estou bem certo que a maioria deles ali estará na fileira da frente.
Carlos Ramalhete – Livre cópia e reprodução do texto inteiro, inclusive o nome do autor.

Ponderando rapidamente sobre este último texto:

a) Parece termos aqui uma nítida contradição--já que o Prof. Ramalhete é tão contrário às línguas estranhas dos “carismáticos”, por que deseja o latim usado novamente nas missas? Afinal, não é essa também uma “língua estranha”? Ou terão eles alguém que interprete, como Paulo instituiu na questão das línguas em Corinto (ver 1 Cor. 14:13, 27, 28)? Caso haja tal providência, certamente a programação da missa ficará bem mais longa. . .
        E, umas perguntinhas para reflexão: o que tem a língua latina a ver com Jesus Cristo? Por que seria mais sagrada do que qualquer outro idioma no culto a Deus? Há base bíblica para isso?
b) Sendo que só em Campos existe uma Liturgia “obviamente sagrada”, significaria isso que todas as demais liturgias pelo resto do mundo (ah, sim, existe o grupo do Lefèvre, na Suíça) não são sagradas? Mas o oposto de “sagrada” é “profana”! Isso parece sério. . .
c) Ele lembra a proibição de Cristo de que nas orações não se multipliquem palavras (ver Mateus 6:7—”Quando orardes não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos”).
        Contudo, é prática católica regular repetir não só palavras, mas as próprias rezas (lembro-me da fórmula de absolvição para certos “pecados veniais” de que ouvia falar por parentes e amigos católicos: rezar 10 aves-marias e 1 padre nosso. . .). O que seria pior: repetir palavras dentro de uma oração, ou repetir orações inteiras? Em qualquer dos casos o mandamento de Cristo está sendo desrespeitado!

        Enfim, gostaria de contrastar algumas das idéias do Prof. Ramalhete com a de um correspondente, fiel católico, ex-seminarista, o Y. P. [não sei se ele gostaria de ter o seu nome divulgado], que tem uma visão bem diversa do que signifique “ecumenismo”. Disse-me ele:

        “Mas, apesar de toda a discussão levantada pela publicação do documento [da Carta Pastoral ‘Dominus Iesus’, de setembro do ano 2000], as Igrejas engajadas no movimento ecumênico, sem dúvida, já superaram o mal entendido criado e caminham serenamente em direção a seu objetivo comum.
        “O diálogo deve ser, sobretudo, fraterno! Porque, afinal, ser ecumênico ou ter uma postura ecumênica não significa, em absoluto, ser igual. Unidade na Diversidade é o lema do movimento ecumênico, assim, não vejo porque não dialogar, estabelecer acordos de cooperação mútua, constituir comissões de estudos teológicos e doutrinais. Tudo isso é muito sadio e válido”.

        Bem, amigos. Pelo que acima fica claro, um dos defeitos do longo texto do Prof. Ramalhete é querer super-valorizar as diferenças entre as igrejas protestantes, explorando a questão ao máximo, enquanto  subestima as divisões no catolicismo, patenteadas pelo exposto em seu próprio texto acima reproduzido.
        Agora, apenas para um esclarecimento final, quero que o Prof. Ramalhete saiba de alguns detalhes sobre o adventismo, a que ele se refere de modo equivocado em vários aspectos. Para alguém com seu dom de apologeta é importante, mesmo para efeito de contestação, conhecer bem a posição daqueles de quem discorda ou mesmo combate. E já que ele proclama na sua homepage seu ideal de ajudar os católicos a não saírem por aí “falando abobrinhas”, ele próprio deve cuidar para não incorrer em tais enunciações vegeto-verbais negativas ao referir-se a outras “comunidades eclesiais”.
        Afinal, quando se vê determinada entidade que se conhece bem sendo alvo de informações erradas por alguém, perde-se a confiança na capacidade de pesquisa e exatidão informativa dessa pessoa quando tratando de outras entidades. Espero que diante das informações que forneço abaixo ele faça as devidas correções, se for alguém que ama a verdade dos fatos:

a) Já mencionei que a atribuição do epíteto de “judaizantes modernos”, num artigo que traz o seu nome, aos adventistas do sétimo dia não tem qualquer base escriturística porque o tema do sábado não foi agitado pelos que desejavam levar o povo cristão à  prática da circuncisão no primeiro século da história da igreja (ver Atos 15, especialmente versos 19 e 20). Tratarei disso mais pormenorizadamente noutro segmento, onde levantarei a questão sábado/domingo  (um dos itens que o Prof. Ramalhete passou em  revista  bem  rapidinho. . .).
b) Ellen White NÃO FOI fundadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, caro professor. Ela esteve entre os pioneiros do movimento milerita do início do século XIX mas não se pode atribuir-lhe esse papel. Está redondamente enganado quanto a isso também.
c) A certa altura ele dá a entender que os adventistas surgiram no campo religioso com doutrinas inteiramente novas, não acatadas anteriormente por nenhum grupo religioso, como a observância do sábado do sétimo dia.
        Errou de novo. Os adventistas originalmente nem observavam o sábado, e acataram essa prática dos batistas do sétimo dia que os antecederam, e que haviam restaurado a observância do dia de repouso correto e bíblico muito antes. Aliás, recentemente uma edição da National Geographic Magazine falava de como os cristãos da Etiópia, que por mil anos ficaram isolados e esquecidos pelo resto do mundo e não receberam influência da igreja dominante da era medieval, mantêm a prática de não comer carne de porco e guardar o sábado do sétimo dia até nossos dias. Preservaram a prática correta desde os tempos apostólicos sem sofrerem interferência do cristianismo desviado do ideal divino que se desenvolveu logo após a morte dos apóstolos, como Paulo profetizara em Atos 20:29 e 30, II Tess. 2:7.
d) A despeito do tratamento até de deboche à pioneira e autora adventista pelo caro professor católico, vejam esta citação de sua lavra que também serve para corrigir outra concepção errada: os adventistas NÃO ENSINAM que quem observa o domingo tem o sinal da besta:

        “Ninguém recebeu ainda o sinal da besta, pois o tempo de provação ainda não chegou. Há verdadeiros cristãos em todas as igrejas, sem excetuar mesmo a católica romana. Ninguém é condenado enquanto não tiver a luz e veja a exigência do quarto mandamento. Porém, quando sair o decreto, tornando obrigatória a guarda do dia espúrio de repouso, e o alto clamor do terceiro anjo advertir os homens contra o culto da besta e de sua imagem [ver Apoc. 14:6-10], será claramente demarcada a linha entre o falso e o verdadeiro. Então aqueles que continuarem em transgressão receberão o sinal da besta”. – Ellen G. White, Evangelismo, págs. 234, 235.

        Observem o contraste entre essas declarações da Sra. White quanto ao catolicismo, e as do Prof. Ramalhete quanto ao adventismo. Como diz aquela piadinha clássica, “há uma diferença, e que diferença!”
Bem, por hoje é só. Aguardem o desenvolvimento da análise de demais pontos do “calhamaço” do Prof. Ramalhete. Espero que se o material acima não serviu muito para instruir, ao menos haja podido ter divertido um pouco. Eu sou meio irônico às vezes, mas é também uma forma de dar um pouco de sabor e variedade a temas de um debate meio árido e entediante. Não há qualquer ofensa pessoal, e o Prof. Ramalhete pode estar certo de que, até prova em contrário, para mim ele se conta entre os “verdadeiros cristãos” mencionados pela autora adventista. Sem dúvida é um religioso dedicado e sincero à sua fé, mas um indivíduo pode ser sincero, contudo estar sinceramente enganado. . .
        Ele até pode valer-se de ironia também ao responder-me quando eu concluir minha exposição através dos vários segmentos. Ocorre que a ironia é o meu estilo literário preferido, e até redigi um artigo intitulado “As Ironias na Bíblia”. Basta solicitar ao meu e-mail que encaminho por arquivo eletrônico gratuitamente.
Sabiam que há muitas declarações irônicas nas Escrituras? O apóstolo Paulo mesmo vale-se de ironias, e num certo ponto, por não perceberem o caráter irônico de uma de suas declarações, milhões de cristãos seguem práticas condenáveis e contrárias às instruções divinas. Isso tem que ver com o “carismatismo” e é tema que certamente interessaria aos católicos preocupados com o crescimento desses movimentos de nítido subjetivismo e ênfase emocional que se alastra por arraiais católicos e protestantes da atualidade.
Podem solicitar o referido artigo pelo e-mail clique em baixo: azenilto@yahoo.com.br


Professor Azenilto G. Brito
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